quarta-feira, 11 de setembro de 2013

(Devocional) As armas da desobediência - II Co. 10:1-10

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Quarta-feira, 11 de Setembro de 2013
Leitura Bíblica Diária: II Coríntios 6-10

“Além disto, eu, Paulo, vos rogo, pela mansidão e benignidade de Cristo, eu que, na verdade, quando presente entre vós, sou humilde, mas ausente, ousado para convosco; rogo-vos, pois, que, quando estiver presente, não me veja obrigado a usar com confiança da ousadia que espero ter com alguns, que nos julgam, como se andássemos segundo a carne. Porque, andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo; e estando prontos para vingar toda a desobediência, quando for cumprida a vossa obediência. Olhais para as coisas segundo a aparência? Se alguém confia de si mesmo que é de Cristo, pense outra vez isto consigo, que, assim como ele é de Cristo, também nós de Cristo somos. Porque, ainda que eu me glorie mais alguma coisa do nosso poder, o qual o Senhor nos deu para edificação, e não para vossa destruição, não me envergonharei. Para que não pareça como se quisera intimidar-vos por cartas. Porque as suas cartas, dizem, são graves e fortes, mas a presença do corpo é fraca, e a palavra desprezível.”
II Coríntios 10:1-10

Haviam naquela igreja alguns que estavam a exaltar-se a si mesmos. Mesmo assim, estavam a tentar justificar a sua desobediência. Esta passagem é-nos útil porque somos tentados, por vezes, a justificar os nossos desvios. Para tal, utilizamos algumas armas que nos são fornecidas pela nossa carne e pelo inimigo das nossas almas. Em primeiro lugar, tentamos infamar os pregadores que Deus vai colocando no nosso caminho (v. 2). Algumas pessoas da igreja de Corinto estavam a tentar convencer-se que o apóstolo era tão carnal como eles. Outra coisa que os desviados tentam fazer é convencer-se que o único poder que existe é o poder da carne, que não vale a pena dedicar tempo e esforço à sua vida espiritual. Paulo trata de explicar aos Coríntios que as armas que ele tem ao seu dispor são espirituais e, por isso mesmo, são superiores (v. 4). As cartas de Paulo eram para repreensão, por vezes, mas eram muito mais para ensino e encorajamento. Alguns haviam começado a dizer que Paulo apenas queria intimidá-los (v. 9), que nada do que ele dizia era muito sério. Ou seja, algo que era feito para seu bem, eles torciam e diziam que era para mal. Tal é a mente do crente desviado! Finalmente, estes crentes já tinham tido várias oportunidades para se arrependerem, mas estavam a adiar a sua decisão. Não precisavam de acertar as suas vidas antes da chegada de Paulo, porque ele não metia medo a ninguém (v. 10). E você? Tem algo a acertar com Deus? Não adie a sua decisão.

Nota: Se fizer a leitura bíblica recomendada (capítulos completos), irá ler durante o ano o Antigo Testamento (uma vez) e o Novo Testamento e os Salmos (duas vezes).

terça-feira, 10 de setembro de 2013

(Devocional) Os erros dos outros e os nossos - II Sam. 12:1-14

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Terça-feira, 10 de Setembro de 2013
Leitura Bíblica Diária: II Samuel 11-15

“E o SENHOR enviou Natã a Davi; e, apresentando-se ele a Davi, disse-lhe: Havia numa cidade dois homens, um rico e outro pobre. O rico possuía muitíssimas ovelhas e vacas. Mas o pobre não tinha coisa nenhuma, senão uma pequena cordeira que comprara e criara; e ela tinha crescido com ele e com seus filhos; do seu bocado comia, e do seu copo bebia, e dormia em seu regaço, e a tinha como filha. E, vindo um viajante ao homem rico, deixou este de tomar das suas ovelhas e das suas vacas para assar para o viajante que viera a ele; e tomou a cordeira do homem pobre, e a preparou para o homem que viera a ele.”
II Samuel 12:1-4

Deus envia o profeta Natan para repreender David pelos seus grandes pecados. Vemos aqui, claramente, o amor de Deus pelo Seu servo. A repreensão de Deus, por muito dura que seja, é prova do Seu amor. Infeliz o homem a quem Deus não repreende. Esse ainda não é Dele. Natan usa uma ilustração na qual conta a David de um homem rico que mata e come a única e preciosa cordeira de um pobre homem. David fica grandemente encolerizado. Como havia o rico podido fazer tal abominação? Natan tem de dizer-lhe que o próprio David é o autor desse grave pecado. Isto é algo de que nós também somos, tantas vezes, culpados. É muito mais fácil condenar os outros do que olhar para as nossas próprias faltas. Qual a lição a aprender? Ao olhar para o pecado de outros devemos, antes de exercer condenação, olhar bem para nós próprios. Seremos nós culpados do mesmo? O homem sábio aproveita as quedas dos outros de forma a se purificar a si mesmo e evitar os mesmos erros e armadilhas. Nunca deveremos condenar alguém por algo de que somos igualmente culpados. Deus quer usar-nos para repreensão e recuperação dos Seus filhos. Não o poderemos fazer sem nos purificarmos em primeiro lugar. David aprendeu que o seu pecado não foi, em primeiro lugar, contra Batseba ou Urias. David pecou em primeiro lugar contra Deus (v. 13). É a Deus que devemos pedir perdão em primeiro lugar e, depois, restaurar o que houver a ser restaurado. 

Nota: Se fizer a leitura bíblica recomendada (capítulos completos), irá ler durante o ano o Antigo Testamento (uma vez) e o Novo Testamento e os Salmos (duas vezes).          

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

(Devocional) Mais alta do que eu – Sl. 61:1-4

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Segunda-feira, 9 de Setembro de 2013
Leitura Bíblica Diária: Salmos 61-655

“Salmo de Davi para o músico-mor, sobre Neginote. Ouve, ó Deus, o meu clamor; atende à minha oração. Desde o fim da terra clamarei a ti, quando o meu coração estiver desmaiado; leva-me para a rocha que é mais alta do que eu. Pois tens sido um refúgio para mim, e uma torre forte contra o inimigo. Habitarei no teu tabernáculo para sempre; abrigar-me-ei no esconderijo das tuas asas.”
Salmo 61:1-4

É interessante repararmos que nas páginas da Bíblia nunca é prometido que, nesta vida, estaremos sempre sem problemas. Para o crente não se trata de uma questão de se os problemas irão aparecer, mas sim de quando é que eles aparecem. Nesta oração, o salmista adora a Deus pelos livramentos do passado. Porque o Senhor tem sido um lugar seguro nas crises passadas, temos a certeza que Ele assim continuará quando vier a próxima crise. Em todos os edifícios públicos que frequentamos existe um plano de emergência. Existem, claramente identificadas, as saídas de emergência e os procedimentos a seguir. Sentimo-nos seguros por sabermos que existem profissionais treinados para nos socorrerem nos momentos difíceis da vida. Mas existem crises para as quais nem mesmo o melhor dos médicos está preparado. O salmista fala de quando o seu coração está desmaiado. Quem nos livra das crises no nosso espírito. Para quem nos voltamos nos momentos de profunda tristeza moral e espiritual? Nesses momentos, a tentação a que muitos sucumbem é fecharem-se sobre si mesmos e esperar que o momento passe. Mas existe algo melhor. Deus é “a rocha que é mais alta do que eu”. Eu posso apoiar-me em algo que está para além de mim. O Deus, Criador dos céus e da terra é o nosso lugar seguro. Faça agora mesmo o seu plano de emergência espiritual. Deus é o seu lugar seguro. O Senhor é a sua saída de emergência.

Nota: Se fizer a leitura bíblica recomendada (capítulos completos), irá ler durante o ano o Antigo Testamento (uma vez) e o Novo Testamento e os Salmos (duas vezes).

domingo, 8 de setembro de 2013

(Devocional) Os devoradores - Ez. 19:1-9

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Domingo, 8 de Setembro de 2013
Leitura Bíblica Diária: Ezequiel 16-20

“E tu levanta uma lamentação sobre os príncipes de Israel, e dize: Quem foi tua mãe? Uma leoa entre os leões a qual, deitada no meio dos leõezinhos, criou os seus filhotes. E educou um dos seus filhotes, o qual veio a ser leãozinho e aprendeu a apanhar a presa, e devorou homens, e, ouvindo falar dele as nações, foi apanhado na cova delas, e o trouxeram com cadeias à terra do Egito. Vendo, pois, ela que havia esperado muito, e que a sua expectação era perdida, tomou outro dos seus filhotes, e fez dele um leãozinho. Este, pois, andando continuamente no meio dos leões, veio a ser leãozinho, e aprendeu a apanhar a presa, e devorou homens. E conheceu os seus palácios, e destruiu as suas cidades; e assolou-se a terra, e a sua plenitude, ao som do seu rugido. Então se ajuntaram contra ele os povos das províncias ao redor, e estenderam sobre ele a rede, e foi apanhado na cova deles.
E com cadeias colocaram-no em uma jaula, e o levaram ao rei de Babilônia; fizeram-no entrar nos lugares fortes, para que não se ouvisse mais a sua voz nos montes de Israel.”
Ezequiel 19:1-9

Deus manda Ezequiel dirigir-se aos reis de Judá (“príncipes de Israel”). Era um grande privilégio ser rei de qualquer nação, muito mais ser rei sobre a nação escolhida de Deus. O plano original de Deus era que Israel não tivesse rei e que olhasse constantemente para o Senhor para direcção. O povo quis ser igual a todas as outras nações e agora estavam a colher as consequências. Os reis tinham-se tornado em devoradores (v. 3), tal como Deus tinha avisado pela boca de Samuel. Os reis devoravam os recursos dos filhos de Israel e tinham guiado todo o povo a seguir na mesma direcção errada que eles tinham escolhido para si mesmos. Para além disso, os reis tinham recusado todos os avisos e correcções. Israel tinha a Palavra escrita, tinha o templo, tinha os anúncios dos profetas. Mesmo assim, preferiram continuar nos seus caminhos do que escutar a voz de Deus. E você? O que é que Deus lhe está a tentar dizer? O que é que viu ou ouviu da Palavra de Deus e que preferiu esquecer? Será que não vê que, hoje, Deus lhe dá mais uma oportunidade para escutar a Sua voz? rdo com as Suas condiçe de Deus, mas devem faz de fermento (smio 22:1-40-219O v. 9, fala-nos das graves consequências da desobediência. O rei de Judá deixaria de ser rei, seria expulso do seu trono e cidade, veria a destruição da sua família e nação e seria lançado na prisão de um país distante. Se está junto de Deus, não o deixe. Se está longe de Deus, escute a Sua voz.

Nota: Se fizer a leitura bíblica recomendada (capítulos completos), irá ler durante o ano o Antigo Testamento (uma vez) e o Novo Testamento e os Salmos (duas vezes).

sábado, 7 de setembro de 2013

(Devocional) Não desfalecemos - II Co. 4:1-7

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Sábado, 7 de Setembro de 2013
Leitura Bíblica Diária: II Coríntios 1-5

“Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade. Mas, se ainda o nosso Evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto. Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do Evangelho da glória de Cristo, que é a Imagem de Deus. Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos por amor de Jesus. Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é Quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo. Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós.”
II Coríntios 4:1-5

Nesta passagem, onde encontramos palavras de grande encorajamento para nós, Paulo continua a defesa da sinceridade do seu ministério. No v. 2, Paulo admite que, se estivesse no ministério apenas para proveito próprio, poderia ter melhores resultados se alterasse os seus métodos. Mas ele não estava disposto, como alguns, a falsificar a palavra de Deus apenas para ter mais “convertidos”. O evangelho tinha de ser a simples mensagem da cruz, pregada no poder do Espírito Santo. Apenas a Palavra de Deus, pregada no poder de Deus pode transformar vidas. Assim, se queremos trabalhar para o Senhor e estar na Sua vontade, devemos ter como único objectivo a pregação da verdade. Se tivermos como único alvo permanecermos fiéis, e aprendermos a deixar os resultados nas mãos do Senhor, iremos resistir muito melhor às armadilhas do inimigo que quer roubar a paz de Deus dos nossos corações. O objectivo de um ministério verdadeiro deve ser fazer a vontade de Deus, não apresentar números impressionantes. Não estamos a dizer que não devemos buscar pregar por todos os meios possíveis, nem que a Palavra condena a criatividade no ministério. No entanto não nos devemos esquecer que é a Palavra que o Espírito usa para iluminar os corações e operar a nova criação. Em tudo isto não nos podemos esquecer de quem somos. Somos meros vasos de barro (v. 7). É a verdade que está em nós que é importante. É o Senhor que habita em nós que deve receber toda a honra.

Nota: Se fizer a leitura bíblica recomendada (capítulos completos), irá ler durante o ano o Antigo Testamento (uma vez) e o Novo Testamento e os Salmos (duas vezes).