domingo, 5 de janeiro de 2014

(Devocional) Sinal de um pacto universal - Gen. 9:12-17

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Domingo, 5 de Janeiro de 2014
Leitura Bíblica Diária: Génesis 6-10

“E disse Deus: Este é o sinal da aliança que ponho entre Mim e vós, e entre toda a alma vivente, que está convosco, por gerações eternas. O meu arco tenho posto nas nuvens; este será por sinal da aliança entre Mim e a terra. E acontecerá que, quando eu trouxer nuvens sobre a terra, aparecerá o arco nas nuvens. Então Me lembrarei da Minha aliança, que está entre Mim e vós, e entre toda a alma vivente de toda a carne; e as águas não se tornarão mais em dilúvio para destruir toda a carne. E estará o arco nas nuvens, e eu o verei, para me lembrar da aliança eterna entre Deus e toda a alma vivente de toda a carne, que está sobre a terra. E disse Deus a Noé: Este é o sinal da aliança que tenho estabelecido entre Mim e entre toda a carne, que está sobre a terra.”
Génesis 9:12-17

Por causa do pecado do homem, Deus havia destruído toda a Sua criação com um grande dilúvio. Nesta passagem Deus estabelece um pacto com Noé e os seus descendentes (todos nós). Deus promete que nunca mais haveria de destruir o mundo através de um grande dilúvio de águas. Como sinal desse concerto, Deus dá aos homens o belo arco-íris. Este arco, que aparece desde então nos céus nublados, é um sinal do amor e da imensa glória, beleza e majestade de Deus. O profeta Ezequiel, quando lhe é permitido ver a glória do trono de Deus, compara o que vê com a beleza do arco-íris (Ez. 1:28). Este sinal aparece nos céus sempre associado com as nuvens da chuva (v. 14). Na Palavra de Deus, as nuvens estão frequentemente relacionadas com problemas, aflições e perigos (Ez. 30:3). Que importante lição para nós! Ao mesmo tempo que vêm as nuvens das aflições, Deus envia sinal do Seu amor e escape das tribulações. Erramos quando olhamos demasiado para os problemas. Se nos demorarmos a olhar para as nuvens, perderemos o espectáculo maravilhoso do arco-íris. Quando deixamos que os problemas nos afoguem, perdemos de vista as maravilhosas cores da glória de Deus. Para os cristãos, a cruz é o sinal universal do amor de Deus. Mesmo que muitos a neguem e rejeitem a salvação de Deus, a cruz mantém-se como sinal que a reconciliação já foi feita e que precisa só de ser apropriada pela fé (Ef. 2:16; Col. 1:20).      


Nota: Se fizer a leitura bíblica recomendada (capítulos completos), irá ler durante o ano o Antigo Testamento (uma vez) e o Novo Testamento e os Salmos (duas vezes).    

sábado, 4 de janeiro de 2014

(Devocional) A descrença cega - Act. 4:1-4

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Sábado, 4 de Janeiro de 2014
Leitura Bíblica Diária: Actos 1-5

“E, estando eles falando ao povo, sobrevieram os sacerdotes, e o capitão do Templo, e os saduceus, doendo-se muito de que ensinassem o povo, e anunciassem em Jesus a ressurreição dentre os mortos. E lançaram mão deles, e os encerraram na prisão até ao dia seguinte, pois já era tarde. Muitos, porém, dos que ouviram a palavra creram, e chegou o número desses homens a quase cinco mil.”
Actos 4:1-4


Vemos aqui a reacção dos líderes religiosos da nação à mensagem e poder de Deus. Esta passagem é um bom exemplo da paciência e bondade de Deus. Apesar de terem rejeitado Jesus como Messias e o colocado na cruz, Deus continuava a amar os líderes dos judeus e aqui está a dar-lhes nova oportunidade para eles se arrependerem e aceitarem o Seu amor. No entanto, eles continuavam cegos e, em vez de tirarem tempo para analisarem as Escrituras e as provas à sua frente, eles prendem Pedro, João e o homem que Deus havia curado através deles. A maioria dos guardas do templo desta altura pertenciam aos Saduceus. Este grupo não acreditava na ressurreição corporal, em anjos ou na alma (Act. 23:8). Também eram conhecidos por defenderem lealdade aos romanos e por quererem manter as coisas tal como estavam. A verdade é que, ao recusarem abrir os olhos, eles estavam a rejeitar a única mensagem capaz de salvar a sua nação. Apesar da cegueira voluntária destes líderes e das suas acções para travar a Palavra, esta continuava a avançar (v. 4). Os homens podem ser capazes de travar os servos de Deus, mas nunca a Sua obra. Deus também tem sido paciente connosco. Será que continuamos cegos para com Ele? Será que ignoramos de propósito o que Ele nos tenta dizer? Será que não acreditamos em tudo o que Ele pode fazer em nós e por nós? Peça a Deus hoje para lhe dar a fé que vê o invisível.

Nota: Se fizer a leitura bíblica recomendada (capítulos completos), irá ler durante o ano o Antigo Testamento (uma vez) e o Novo Testamento e os Salmos (duas vezes).    

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

(Devocional) Os desígnios da oposição - Ed. 4:1-5

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Sexta-feira, 3 de Janeiro de 2014
Leitura Bíblica Diária: Esdras 1-5

“Ouvindo, pois, os adversários de Judá e Benjamim que os que voltaram do cativeiro edificavam o Templo ao SENHOR Deus de Israel, chegaram-se a Zorobabel e aos chefes dos pais, e disseram-lhes: Deixai-nos edificar convosco, porque, como vós, buscaremos a vosso Deus; como também já lhe sacrificamos desde os dias de Esar-Hadom, rei da Assíria, que nos fez subir aqui. Porém Zorobabel, e Jesuá, e os outros chefes dos pais de Israel lhes disseram: Não convém que nós e vós edifiquemos casa a nosso Deus; mas nós sozinhos a edificaremos ao SENHOR Deus de Israel, como nos ordenou o rei Ciro, rei da Pérsia. Todavia o povo da terra debilitava as mãos do povo de Judá, e inquietava-os no edificar. E alugaram contra eles conselheiros, para frustrarem o seu plano, todos os dias de Ciro, rei da Pérsia, até ao reinado de Dario, rei da Pérsia.”
Esdras 4:1-5

Todo o trabalho que é feito para o Senhor encontra oposição. Uma das razões pelas quais as obras de reconstrução do templo enfrentaram oposição foi porque eram óbvias. Os trabalhadores não trabalhavam às escondidas. Estava à vista de todos que o templo do Senhor em Jerusalém estava a ser reconstruído. Existem crentes que nunca passam por oposição porque ninguém consegue ver os frutos da sua vida transformada. Os inimigos da reconstrução do templo, vendo o avanço da obra, fizeram uma proposta. Disseram que queriam ajudar nas obras e que estavam prontos para adorar o mesmo Deus que os judeus. Uma das formas mais mortíferas de oposição é a intenção de ajuda com falsas intenções ou as propostas de unidade com propósitos de destruição. A resposta dos líderes judeus foi simples, seriam apenas os judeus a trabalhar nas obras do templo. É possível que a proposta de ajuda tivesse sido tentadora. O trabalho era duro e os trabalhadores, poucos. Por vezes a melhor decisão não é a mais fácil. Muitos crentes e igrejas têm-se desviado da verdade devido à tentação do facilitismo, do egoísmo ou da ambição. Devemos preferir a verdade de Deus a essas coisas, por mais tentadoras que sejam. A decisão tomada levou ao desvendar das verdadeiras intenções dos opositores. Eles não queriam ajudar, eles queriam destruir. Então, contrataram conselheiros para tentarem, junto ao rei, parar a reconstrução do templo. Os crentes fiéis estão rodeados de inimigos. Precisamos de esperar a oposição e confiar em Deus no meio dela. Estamos do lado vencedor. 

Nota: Se fizer a leitura bíblica recomendada (capítulos completos), irá ler durante o ano o Antigo Testamento (uma vez) e o Novo Testamento e os Salmos (duas vezes).    

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

(Devocional) Aceites Nele - Mt. 1:1-17

Quinta-feira, 2 de Janeiro de 2014
Leitura Bíblica Diária: Mateus 1-5

“Livro da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão. Abraão gerou a Isaque; e Isaque gerou a Jacó; e Jacó gerou a Judá e a seus irmãos; e Judá gerou, de Tamar, a Perez e a Zerá; e Perez gerou a Esrom; e Esrom gerou a Arão; e Arão gerou a Aminadabe; e Aminadabe gerou a Naassom; e Naassom gerou a Salmom; e Salmom gerou, de Raabe, a Boaz; e Boaz gerou de Rute a Obede; e Obede gerou a Jessé; e Jessé gerou ao rei Davi; e o rei Davi gerou a Salomão da que foi mulher de Urias. E Salomão gerou a Roboão; e Roboão gerou a Abias; e Abias gerou a Asa; e Asa gerou a Josafá; e Josafá gerou a Jorão; e Jorão gerou a Uzias; e Uzias gerou a Jotão; e Jotão gerou a Acaz; e Acaz gerou a Ezequias; e Ezequias gerou a Manassés; e Manassés gerou a Amom; e Amom gerou a Josias; e Josias gerou a Jeconias e a seus irmãos na deportação para Babilônia. E, depois da deportação para a Babilônia, Jeconias gerou a Salatiel; e Salatiel gerou a Zorobabel; e Zorobabel gerou a Abiúde; e Abiúde gerou a Eliaquim; e Eliaquim gerou a Azor; e Azor gerou a Sadoque; e Sadoque gerou a Aquim; e Aquim gerou a Eliúde; e Eliúde gerou a Eleazar; e Eleazar gerou a Matã; e Matã gerou a Jacó; e Jacó gerou a José, marido de Maria, da qual nasceu JESUS, que Se chama o Cristo. De sorte que todas as gerações, desde Abraão até Davi, são catorze gerações; e desde Davi até a deportação para a Babilônia, catorze gerações; e desde a deportação para a Babilônia até Cristo, catorze gerações.”


Mateus escreve o seu evangelho para provar que Jesus é o Rei de Israel, aquele que havia sido prometido. Deus tinha anunciado que um descendente de David, haveria de ser rei eterno. Com esta genealogia, Mateus mostra que Jesus é descendente directo do rei David. Jesus Cristo é, por direito próprio, herdeiro do trono em Jerusalém. Por inspiração do Espírito Santo, são selecionadas as gerações, em múltiplos de sete (o número da perfeição), para mostrar que, em Jesus, está consumado o plano eterno de Deus para a salvação da humanidade. Nos nomes que são mencionados, saltam à vista os nomes de quatro mulheres: Tamar, Raabe, Rute e Batseba. A presença destes nomes na linhagem oficial do Messias, prova a autoria divina destas palavras. Estas mulheres eram, aos olhos do homens, indignas. Aqui temos duas prostitutas, uma gentia e uma adúltera, desprezadas pelos homens, mas aceites aos olhos de Deus. Pelas suas obras provaram que tinham colocado fé em Deus e no Seu Messias. Era também o caso de Mateus, o cobrador de impostos desprezado e odiado, que Jesus tinha chamado para O seguir. Que Deus maravilhoso que temos! Em Cristo somos libertos do peso do pecado e da mordaça da vergonha. Como cristão regenerado, quantas vezes é que eu tenho desprezado (pelo menos em pensamento) aqueles que eu julguei menos do que eu? Quem sou eu para pensar menos de outros quando eu sou igualmente indigno do amor de Deus? Senhor ajuda-me hoje a olhar para os outros como tu olhas.

Nota: Se fizer a leitura bíblica recomendada (capítulos completos), irá ler durante o ano o Antigo Testamento (uma vez) e o Novo Testamento e os Salmos (duas vezes).

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

(Devocional) Misericórdia e Justiça - Gn. 3:22-24

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Quarta-feira, 1 de Janeiro de 2014
Leitura Bíblica Diária: Génesis 1-5

“Então disse o SENHOR Deus: Eis que o homem é como um de Nós, sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente, o SENHOR Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado. E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida.”
Génesis 3:22-24


Nesta passagem vemos Deus a colocar em prática o castigo sobre a desobediência do homem. As consequências do pecado tinham sido terríveis. Ao ser expulso do jardim, o homem perde a protecção que o jardim de Deus lhe dava. Perde, também, o privilégio de ser alimentado da abundância da criação de Deus. Finalmente, o homem perder a presença do próprio Deus. Que bênção tinha sido passear com o próprio Deus pelo jardim. Agora estava tudo perdido. Quando nos sentimos tentados a desobedecer, é útil considerar tudo o que está em jogo. O pecado tem sempre graves consequências. Vemos a justiça deste castigo pelo facto do homem ter recebido toda a instrução quanto às consequências da desobediência. Deus é justo e sempre castigará toda a iniquidade. Assim, para que o homem não comesse do fruto da árvore da vida também e vivesse para sempre na condição caída em que se encontrava agora, Deus expulsa Adão e Eva do jardim. A entrada do jardim passou a estar guardada por anjos e por uma espada flamejante. Ao mesmo tempo que os anjos na entrada do jardim eram lembrança constante da justiça de Deus, eram também lembrança do facto de Deus estar disponível para receber cada homem arrependido a partir daquele momento. Muito mais tarde, e talvez para lembrar este momento, Deus manda Moisés colocar dois querubins sobre a arca da aliança. Era entre os querubins que Deus se encontrava com o homem no tabernáculo. Se aceitarmos que os nossos pecados estavam sobre Jesus, podemos encontrar Deus como Pai e não como Juiz.

Nota: Se fizer a leitura bíblica recomendada (capítulos completos), irá ler durante o ano o Antigo Testamento (uma vez) e o Novo Testamento e os Salmos (duas vezes).