sábado, 28 de março de 2015

(Devocional) Nós somos do dia - 1Tes. 5:6-10



Sábado, 28 de Março de 2015
Leitura Bíblica Diária: I Tessalonicenses 1-55
Nós somos do dia

“Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios; Porque os que dormem, dormem de noite, e os que se embebedam, embebedam-se de noite. Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação; Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo, Que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos juntamente com Ele.”
I Tessalonicenses 5:6-10


Nesta carta Paulo faz uma séria exortação à santidade pessoal. Aqueles que dizem que são de Cristo, devem andar como Ele andou. Esperar e desejar a vinda de Cristo deve trazer efeitos de santidade às nossas vidas. Se vivermos com a certeza que, a qualquer momento o Senhor vem, isso será um impulso para rejeitarmos quaisquer maus caminhos e andarmos como filhos da luz. Como crentes, temos a responsabilidade de estarmos atentos (v. 6). Ser sóbrio significa não deixarmos que outras coisas afectem as nossas decisões, sermos ponderados, pacientes e aguardarmos o tempo de Deus para todas as coisas. Vivemos rodeados de armadilhas cuidadosamente colocadas pelo inimigo das nossas almas para nos afastar de sermos úteis a Cristo. Devemos estar atentos. Nesta luta o crente não é despojado de armamento. Temos, para nossa protecção a fé, que vê aquilo que não se vê e confia no poder de Deus. Temos, também, o amor (ou caridade), esta é a qualidade, dada por Deus, que nos permite considerar Deus, em primeiro lugar, os outros, e as suas necessidades, de seguida, e colocarmo-nos a nós próprios, e aos nossos problemas, no final das nossas preocupações. Finalmente, os crentes dispõem da esperança da salvação. Aqui temos uma verdade muito importante. A vida eterna com Cristo começa a partir do momento que O aceitamos como Salvador (v. 10). Podemos já começar a viver a vida gloriosa que Ele tem para nós, separando-nos de tudo o que não interessa. 

sexta-feira, 27 de março de 2015

(Devocional) Porquê o espanto? - Pv. 21:15



Sexta-feira, 27 de Março de 2015
Leitura Bíblica Diária: Provérbios 21-255
Porquê o espanto?

“O fazer justiça é alegria para o justo, mas destruição para os que praticam a iniquidade.”
Provérbios 21:15


Para crescermos no nosso relacionamento com Deus, é importante entendermos que Deus agrada-Se quando fazemos a Sua vontade. É absolutamente incompreensível para as nossas mentes mortais que nós podemos fazer alguma coisa que o Criador e Sustentador do Universo irá apreciar e registar a nosso favor. Só o podemos fazer se já nos tivermos colocado debaixo do sangue de Cristo. Só por Ele é que somos aceites na presença do Poderoso Deus. Precisamos de desenvolver um prazer pessoal em agradar a Deus em vez de nos agradarmos a nós mesmos. Praticar a justiça nem sempre será a decisão mais fácil ou natural para nós. Mas, deve ser a nossa suprema alegria e grande contentamento saber que Deus permitiu que fizéssemos algo Lhe agrada. Neste sentido entendemos o que diz a segunda parte do versículo. Aquele que está longe de Deus, perdido em ofensas e pecados não entende porque é que há-de deixar de agradar à sua carne, para passar a fazer o que está certo. É algo que é espantoso e até louco para ele. No entanto, esta passagem tem uma segunda aplicação. Quanto mais nos afastamos de Deus, menos sentido têm para nós os Seus mandamentos e vontade. A fidelidade dos nossos irmãos e irmãs é espanto para nós? Achamos exagerada a paixão que outros parecem ter por Cristo? Não é com a paixão dos outros que temos de nos preocupar, mas sim com o nosso esfriamento para com Deus.

quinta-feira, 26 de março de 2015

(Devocional) Porque sou fraco - Sl. 6:1-7



Quinta-feira, 26 de Março de 2015
Leitura Bíblica Diária: Salmos 6-105
Porque sou fraco

“Salmo de Davi para o músico-mor em Neginote, sobre Seminite. SENHOR, não me repreendas na Tua ira, nem me castigues no Teu furor. Tem misericórdia de mim, SENHOR, porque sou fraco; sara-me, SENHOR, porque os meus ossos estão perturbados. Até a minha alma está perturbada; mas Tu, SENHOR, até quando? Volta-Te, SENHOR, livra a minha alma; salva-me por Tua benignidade. Porque na morte não há lembrança de Ti; no sepulcro quem Te louvará? Já estou cansado do meu gemido, toda a noite faço nadar a minha cama; molho o meu leito com as minhas lágrimas, Já os meus olhos estão consumidos pela mágoa, e têm-se envelhecido por causa de todos os meus inimigos.”
Salmos 6:1-7
5

Temos aqui a oração sincera de um pecador que pede pela misericórdia de Deus. Vemos aqui o lugar ao qual o pecador tem de chegar para poder ter um encontro com Deus. Em primeiro lugar, precisamos sempre de saber que somos merecedores de um duro castigo. Deus é completamente santo. Portanto, se existe justiça, os nossos erros têm de ser castigados. Temos de parar de pensar que, por existir quem (na nossa forma de ver) comete mais pecados do que nós, que de alguma forma iremos receber, em nome desses pecadores, uma amnistia para os nossos erros. A justiça existe, o castigo existe, existe separação de Deus para todo o sempre e eu sou merecedor de tudo isso. Em segundo lugar, este Deus que é justiça, é também misericórdia e bondade. Deus preparou um caminho através do qual Ele pode ser justo, mas também justificador de todos os que O aceitam. Através de Jesus, Deus carregou, Ele mesmo, o castigo eterno que estava contra nós. Assim, todos os que O buscam e recebem este caminho, encontram vida e salvação. Glória a Deus pela Sua bondade! Finalmente, vemos a forma sincera e persistente como o salmista busca a salvação. A nossa busca por Deus não pode ser feita de forma indiferente. Deus merece que O busquemos de forma intensa e sincera. Meu amigo, como tem buscado a Deus? Já encontrou a salvação e está seguro dela? Está consciente da sua pequenez e falibilidade. Que possamos agradecer a Deus diariamente pela Sua misericórdia e bondade.

quarta-feira, 25 de março de 2015

(Devocional) Consagrados para Servir - Lv. 8:1-13



Quarta-feira, 25 de Março de 2015
Leitura Bíblica Diária: Levítico 6-10
Consagrados para Servir

“Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo: Toma a Arão e a seus filhos com ele, e as vestes, e o azeite da unção, como também o novilho da expiação do pecado, e os dois carneiros, e o cesto dos pães ázimos, E reúne toda a congregação à porta da tenda da congregação. Fez, pois, Moisés como o SENHOR lhe ordenara, e a congregação reuniu-se à porta da tenda da congregação. Então disse Moisés à congregação: Isto é o que o SENHOR ordenou que se fizesse. E Moisés fez chegar a Arão e a seus filhos, e os lavou com água. E vestiu-lhe a túnica, e cingiu-o com o cinto, e pôs sobre ele o manto; também pôs sobre ele o éfode, e cingiu-o com o cinto de obra esmerada do éfode e o apertou com ele. Depois pôs-lhe o peitoral, pondo no peitoral o Urim e o Tumim; E pôs a mitra sobre a sua cabeça; e sobre esta, na parte dianteira, pôs a lâmina de ouro, a coroa da santidade, como o SENHOR ordenara a Moisés. Então Moisés tomou o azeite da unção, e ungiu o tabernáculo, e tudo o que havia nele, e o santificou; E dele espargiu sete vezes sobre o altar, e ungiu o altar e todos os seus utensílios, como também a pia e a sua base, para santificá-las. Depois derramou do azeite da unção sobre a cabeça de Arão, e ungiu-o, para santificá-lo. Também Moisés fez chegar os filhos de Arão, e vestiu-lhes as túnicas, e cingiu-os com o cinto, e apertou-lhes as tiaras, como o SENHOR ordenara a Moisés.”
Levítico 8:1-13


Este capítulo trata da consagração de Aarão e dos seus filhos para exercerem o ofício sacerdotal. Esta consagração é, em primeiro lugar, pública (v. 3). É feita diante de toda a congregação. Neste novo tempo que se inaugurou no dia de Pentecostes, todos os crentes são simultaneamente sacerdotes. Temos em nós o Espírito Santo de Deus e Deus deu-nos, a todos, o ministério da reconciliação. Este é um ministério público. Devemos, por isso, ter atenção ao nosso testemunho perante o mundo. Outro dos aspectos importantes da consagração sacerdotal era a sua lavagem com água (v. 6). O Novo Testamento ensina-nos que somos purificados com a lavagem da água pela Palavra. É na Bíblia que encontramos a verdades sobre o que pensamos e fazemos. É na Palavra de Deus que há verdadeira transformação. Aqueles que continuam na corrupção do pecado, apenas podem ser lavados pela convicção que o Espírito produz pela Palavra. Jesus Cristo, cujo sangue cobre os nossos pecados, é chamado a eterna Palavra de Deus. No v. 12, os sacerdotes são ungidos com óleo. Na Bíblia, o óleo é sempre símbolo do Espírito. Para servirmos o Senhor é importante estarmos cheios do Espírito, deixarmo-nos guiar por Ele e não o entristecermos. Devemos procurar, a cada momento, estar cheios do Espírito Santo. Não há nada mais importante. Estamos cheios do Espírito quando temos todos os nossos pecados confessados e estamos completamente dedicamos a buscar e obedecer a toda a vontade de Deus. A vida consagrada é a vida que Deus tem para si.

terça-feira, 24 de março de 2015

(Devocional) Viram ali brasas - Jo. 21:1-14



Terça-feira, 24 de Março de 2015
Leitura Bíblica Diária: João 215
Viram ali brasas

“Depois disto manifestou-Se Jesus outra vez aos discípulos junto do mar de Tiberíades; e manifestou-Se assim: Estavam juntos Simão Pedro, e Tomé, chamado Dídimo, e Natanael, que era de Caná da Galiléia, os filhos de Zebedeu, e outros dois dos Seus discípulos. Disse-lhes Simão Pedro: Vou pescar. Dizem-lhe eles: Também nós vamos contigo. Foram, e subiram logo para o barco, e naquela noite nada apanharam. E, sendo já manhã, Jesus Se apresentou na praia, mas os discípulos não conheceram que era Jesus. Disse-lhes, pois, Jesus: Filhos, tendes alguma coisa de comer? Responderam-Lhe: Não. E Ele lhes disse: Lançai a rede para o lado direito do barco, e achareis. Lançaram-na, pois, e já não a podiam tirar, pela multidão dos peixes. Então aquele discípulo, a quem Jesus amava, disse a Pedro: É o Senhor. E, quando Simão Pedro ouviu que era o Senhor, cingiu-se com a túnica (porque estava nu) e lançou-se ao mar. E os outros discípulos foram com o barco (porque não estavam distantes da terra senão quase duzentos côvados), levando a rede cheia de peixes. Logo que desceram para terra, viram ali brasas, e um peixe posto em cima, e pão. Disse-lhes Jesus: Trazei dos peixes que agora apanhastes. Simão Pedro subiu e puxou a rede para terra, cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes e, sendo tantos, não se rompeu a rede. Disse-lhes Jesus: Vinde, comei. E nenhum dos discípulos ousava perguntar-Lhe: Quem és Tu? sabendo que era o Senhor. Chegou, pois, Jesus, e tomou o pão, e deu-lhes e, semelhantemente o peixe. E já era a terceira vez que Jesus Se manifestava aos Seus discípulos, depois de ter ressuscitado dentre os mortos.”
João 21:1-14
5

Não era a primeira vez que o Senhor lhes aparecia após a ressurreição. O corpo glorificado do Senhor, apesar de manter suficientes das suas características originais, era também suficientemente diferente para que, em conjunto com o facto de os discípulos não estarem ainda habituados à realidade da ressurreição, fazer com que, por vezes, o Senhor não fosse reconhecido. Neste evento, que prepara Pedro para a sua restauração após ter negado a Cristo, aprendemos algumas coisas sobre o nosso próprio relacionamento com o Cristo ressuscitado. Em primeiro lugar, não podemos fazer nada se o Senhor não nos ajudar. Eles pescaram a noite toda, mas foi preciso a vontade do Senhor para que a rede se enchesse. Quando Pedro chega a terra, observa que Jesus não precisa dos peixes que apanhamos. Ele já tinha preparado o seu próprio peixe. O que temos nós para oferecer a Deus? Apenas um coração de servo e um espírito obediente. Aquelas brasas devem ter significado algo para Pedro. Foi ao calor de umas brasas que ele tinha negado conhecer o Salvador da sua alma (a palavra “brasas” apenas aparece nestas duas ocasiões). Não nos podemos relacionar com Cristo, se não estivermos dispostos a reconhecer, confessar e deixar o nosso pecado. Ao mudarmos de ideias relativamente ao nosso erro, a graça de Deus é suficiente para vivermos uma nova vida. A mensagem de Cristo não é, “venha como está e fique como está”. A mensagem de Cristo é “venha como está e deixe-me mudar a sua vida.”