terça-feira, 28 de abril de 2015

(Devocional) O filho de Amoz - Is. 1:1


Terça-feira, 28 de Abril de 2015
Leitura Bíblica Diária: Isaías 1-55
O filho de Amoz                                  

“Visão de Isaías, filho de Amós, que ele teve a respeito de Judá e Jerusalém, nos dias de Uzias, Jotão, Acaz, e Ezequias, reis de Judá.”
Isaías 1:1


Este é um dos livros mais atacados das Escrituras. Dizem eles que vários autores escreveram este livro e depois juntaram tudo com o nome de Isaías. O início do livro diz-nos que esta é “a visão de Isaías”. Não são visões, é a visão. A Palavra de Deus, embora com muitos autores diferentes é um livro só. Toda a Bíblia, de Génesis a Apocalipse, tem como tema a Pessoa e obra de Jesus Cristo. O facto de Isaías aparecer aqui, com nome de pai e identificação dos reis que viu suceder no trono, diz-nos que ele é uma pessoa real. Deus usa pessoas reais para cumprir a Sua vontade. Deus pode e quer usá-lo a si para a Sua obra no mundo que o rodeia. Você é sensível ao chamado de Deus? É-nos dito que esta profecia é sobre “Judá e Jerusalém”. Deus escolheu aquele povo e aquele lugar para serem o centro das atenções do mundo. Deus sempre teve, e sempre terá, uma forma especial de lidar com Israel. Isso não é discriminação de género algum, trata-se da forma que Ele escolheu para Se dar a conhecer ao mundo. Não acha que é bom Deus dar-Se a conhecer? Ao todo foram mais de 50 anos do ministério de Isaías. Com Deus como escudo e protecção, podemos ser fiéis a Ele. Se deixarmos que Ele nos guarde, ficaremos seguros. Como está a sua fidelidade hoje? Está seguro nas mãos de Deus, ou a tentar a sua sorte noutro lugar qualquer?

segunda-feira, 27 de abril de 2015

(Devocional) Confiar na promessa - Nm. 13:26-33


Segunda-feira, 27 de Abril de 2015
Leitura Bíblica Diária: Números 11-155
Confiar na promessa

“E caminharam, e vieram a Moisés e a Arão, e a toda a congregação dos filhos de Israel no deserto de Parã, em Cades; e deram-lhes notícias, a eles, e a toda a congregação, e mostraram-lhes o fruto da terra. E contaram-lhe, e disseram: Fomos à terra a que nos enviaste; e verdadeiramente mana leite e mel, e este é o seu fruto. O povo, porém, que habita nessa terra é poderoso, e as cidades fortificadas e mui grandes; e também ali vimos os filhos de Anaque. Os amalequitas habitam na terra do sul; e os heteus, e os jebuseus, e os amorreus habitam na montanha; e os cananeus habitam junto do mar, e pela margem do Jordão. Então Calebe fez calar o povo perante Moisés, e disse: Certamente subiremos e a possuiremos em herança; porque seguramente prevaleceremos contra ela. Porém, os homens que com ele subiram disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós. E infamaram a terra que tinham espiado, dizendo aos filhos de Israel: A terra, pela qual passamos a espiá-la, é terra que consome os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. Também vimos ali gigantes, filhos de Anaque, descendentes dos gigantes; e éramos aos nossos olhos como gafanhotos, e assim também éramos aos seus olhos.”
Números 13:26-33


No momento de tomar posse da terra prometida, Moisés envia espiões para fazerem o reconhecimento. A intenção era a de confirmar a riqueza da terra. Ou seja, os espiões entrariam na terra prometida e veriam com os seus olhos que tudo era como o Senhor tinha prometido. Assim, o povo entraria com confiança redobrada e grande alegria. Os espiões voltam com as conclusões. A terra era rica e farta, como o Senhor prometera! Se houvesse alguém com dúvidas acerca da promessa, essas dúvidas estavam dissipadas. Claro que duvidar da promessa era duvidar de Quem prometeu. O relatório dos espiões deveria ter fortalecido os fiéis e ganho os descrentes. No entanto, o relatório tinha outro pormenor, os povos eram muito poderosos. Será que isso tinha alguma importância? O mesmo Deus, poderoso para prometer e confirmar a promessa, seria poderoso para lhes entregar nas mãos todos os inimigos. No mesmo relatório em que confirmam a promessa de Deus, duvidam do Seu poder para os fazer conquistar a terra. A falta de fé começou com o próprio relatório. Os que ocupam posições de liderança, devem saber que a sua falta de fé produz descrença naqueles à sua volta. Quão descrentes somos nós também por vezes! Se Deus salvou a nossa alma imortal, se o nosso Salvador vive, se a Palavra é firme e verdadeira, confiemos no nosso Deus.

domingo, 26 de abril de 2015

(Devocional) Deus é refúgio aqui e agora - Sl. 46:1-5


Domingo, 26 de Abril de 2015
Leitura Bíblica Diária: Salmos 46-505
Deus é Refúgio Aqui e Agora

“Cântico sobre Alamote, para o músico-mor entre os filhos de Coré. Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na angústia. Portanto não temeremos, ainda que a terra se mude, e ainda que os montes se transportem para o meio dos mares. Ainda que as águas rujam e se perturbem, ainda que os montes se abalem pela sua braveza. (Selá.) Há um rio cujas correntes alegram a cidade de Deus, o santuário das moradas do Altíssimo. Deus está no meio dela; não se abalará. Deus a ajudará, já ao romper da manhã.”
Salmo 46:1-5

O livro dos Salmos é muito usado para encorajamento e, de facto, muitas têm sido as ocasiões em que estas páginas têm sido para mim uma fonte de força e refrigério. Mas não podemos esquecer o seu lado doutrinário pois muitos são os ensinamentos que encontramos nos Salmos. Deus é refúgio e fortaleza, refúgio porque Nele encontramos abrigo, estamos separados do que nos aflige e, Nele, os perigos se esvaem. Fortaleza porque é seguro, nada nem ninguém podem alguma coisa contra a Sua forte mão. Aleleuia! Aprendemos, também, que este socorro é “bem presente na angústia”. Isto é muito importante. Não está aqui dito que todos os nossos problemas serão resolvidos aqui e agora. No entanto, sabemos isto, o socorro que Ele oferece é presente no momento da angústia. Temos de aprender que Deus não é só Deus quando resolve as coisas que queremos, no momento em que as queremos resolvidas. O Seu socorro é independente do problema. Ele não está connosco apenas quando a tempestade termina. Ele está connosco no meio da tempestade (v. 3). Deus não se surpreende por nada do que acontece e nenhuma coisa foge do Seu divino controlo. É-nos dito que junto ao Seu trono não há nada que se sobressalte, pelo contrário, junto ao trono de Deus correm calmas as plácidas águas de um rio (v. 4). É esta calma que Ele traz para as nossas vidas. Ele reina no meio da calma. Deixemo-Lo reinar em nós.              

sábado, 25 de abril de 2015

(Devocional) Impossível - Hb. 6:1-8


Sábado, 25 de Abril de 2015
Leitura Bíblica Diária: Hebreus 6-10
Impossível

“Por isso, deixando os rudimentos da doutrina de Cristo, prossigamos até à perfeição, não lançando de novo o fundamento do arrependimento de obras mortas e de fé em Deus, E da doutrina dos batismos, e da imposição das mãos, e da ressurreição dos mortos, e do juízo eterno. E isto faremos, se Deus o permitir. Porque é impossível que os que já uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo, E provaram a boa palavra de Deus, e as virtudes do século futuro, E recaíram, sejam outra vez renovados para arrependimento; pois assim, quanto a eles, de novo crucificam o Filho de Deus, e O expõem ao vitupério. Porque a terra que embebe a chuva, que muitas vezes cai sobre ela, e produz erva proveitosa para aqueles por quem é lavrada, recebe a bênção de Deus; Mas a que produz espinhos e abrolhos, é reprovada, e perto está da maldição; o seu fim é ser queimada.”
Hebreus 6:1-8


A voz de Deus é importante para si? Você dá valor ao trabalho do Espírito Santo? Nesta passagem aprendemos que existe para cada pessoa o momento da última oportunidade de receber a salvação. Apenas Deus conhece esse momento, por isso devemos continuar a pregar o evangelho a todos. Mas alguns que rejeitam a convicção que o Espírito está a gerar no seu coração, não voltarão a ter oportunidade de salvação. Estes Hebreus foram aqueles que viram a Jesus pessoalmente, alguns faziam parte da multidão que deixaram a religião dos seus antepassados e que seguiam a Jesus para todo o lado. Eles viram e tocaram a Palavra da vida. Eles provaram o trabalho do Espírito (Ele convence do pecado, da justiça e do juízo). No entanto, agora estavam a voltar para a religião das obras mortas. Muitos destes já não teriam outra oportunidade. O momento certo para seguir a voz de Deus é agora. O presente é a melhor ocasião para obedecer à liderança do Espírito Santo. Ninguém tem a garantia do amanhã. Devemos agir hoje! Isto é verdade em relação aos que ainda não receberam Jesus como salvador pessoal. Mas também é verdade para os que já são Dele. Se ainda estamos neste mundo, Deus continua a querer o nosso crescimento. A Palavra precisa continuar a gerar em nós bom fruto e erva proveitosa. Amigo, aquela inclinação para se aproximar dos caminhos de Deus? É trabalho do Espírito Santo. Essa voz deve ser obedecida. Se não o fizer, pode ser impossível voltar atrás. 

sexta-feira, 24 de abril de 2015

(Devocional) Elogios matrimoniais - Ct. 6:4-10


Sexta-feira, 24 de Abril de 2015
Leitura Bíblica Diária: Cantares 6-85
Elogios matrimoniais
      
“Formosa és, meu amor, como Tirza, aprazível como Jerusalém, terrível como um exército com bandeiras. Desvia de mim os teus olhos, porque eles me dominam. O teu cabelo é como o rebanho das cabras que aparecem em Gileade. Os teus dentes são como o rebanho de ovelhas que sobem do lavadouro, e das quais todas produzem gêmeos, e não há estéril entre elas. Como um pedaço de romã, assim são as tuas faces entre os teus cabelos. Sessenta são as rainhas, e oitenta as concubinas, e as virgens sem número.Porém uma é a minha pomba, a minha imaculada, a única de sua mãe, e a mais querida daquela que a deu à luz; viram-na as filhas e chamaram-na bem-aventurada, as rainhas e as concubinas louvaram-na. Quem é esta que aparece como a alva do dia, formosa como a lua, brilhante como o sol, terrível como um exército com bandeiras?”
Cantares 6:4-10


Salomão continua a descrever amorosamente a sua amada esposa. Não é por acaso que temos este livro dado a preservado por Deus para nosso proveito. Em primeiro lugar, Deus quer que os nossos casamentos sejam relacionamentos amorosos. Depois, Deus quer que amemos tal como Ele ama. Devemos amar com amor incondicional. Salomão louva a beleza da sua esposa. Da mesma forma, os maridos devem louvar por palavras, e de forma frequente, a beleza da sua esposa. Vemos que o rei diz que, apesar de haverem muitas mulheres, para ele existe apenas uma. Este deve ser o posicionamento de qualquer homem de Deus perante a sua esposa. Ela deve ser a única para ele, a única para a qual ele olha, a única em atenção e devoção. Também vemos aqui que Salomão repara nos elogios que são feitos pelas outras pessoas em relação à sua esposa. Conhecemos a natureza humana. Ninguém recebe apenas elogios. Mas Salomão ama tanto a sua esposa que escolhe não dar atenção às críticas e ouve e repete apenas os elogios. Este amor do rei pela sua esposa é um amor incondicional. Não depende dela. Apesar de todos os defeitos que ela tem (ele nem os vê), o marido ama a sua esposa. Este relacionamento matrimonial, que o Senhor nos encoraja a imitar, deve ser um retrato do relacionamento entre Cristo e aqueles que são Dele. Jesus é a manifestação da graça de Deus. Apesar de todos os nossos defeitos, Ele nos amou e deu a Sua vida por nós. Que possamos confiar em Deus e manifestar este mesmo tipo de amor.