sexta-feira, 15 de maio de 2015

(Devocional) Deus sabe os passos que damos - Nm. 33:1-49


rdo com as Suas condiçe de Deus, mas devem faz de fermento (smio 22:1-40-219Sexta-feira, 15 de Maio de 2015
Leitura Bíblica Diária: Números 31-35
Deus sabe os passos que damos

“ESTAS são as jornadas dos filhos de Israel, que saíram da terra do Egipto, segundo os seus exércitos, pela mão de Moisés e Aarão. E escreveu Moisés as suas saídas, segundo as suas jornadas, conforme ao mandado do Senhor: e estas são as suas jornadas segundo as suas saídas. Partiram, pois, de Ramesses, no mês primeiro, no dia quinze do primeiro mês; no dia seguinte da páscoa, saíram os filhos de Israel, por alta mão, aos olhos de todos os egípcios, Enterrando os egípcios os que o Senhor tinha ferido entre eles, a todo o primogénito, e havendo o Senhor executado os seus juízos nos seus deuses. Partidos, pois, os filhos de Israel de Ramesses, acamparam-se em Sucoth. E partiram de Sucoth, e acamparam-se em Etam, que está no fim do deserto. E partiram de Etam, e voltaram a Pi-hairoth, que está defronte de Baal-zefon, e acamparam-se diante de Migdol. E partiram de Pi-hairoth, e passaram pelo meio do mar, ao deserto, e andaram caminho de três dias no deserto de Etam, e acamparam-se em Mara. E partiram de Mara, e vieram a Elim, e em Elim havia doze fontes de águas, e setenta palmeiras, e acamparam-se ali. E partiram de Elim, e acamparam-se junto ao Mar Vermelho. E partiram do Mar Vermelho, e acamparam-se no deserto de Sin. E partiram do deserto de Sin, e acamparam-se em Dofca. E partiram de Dofca, e acamparam-se em Alus. E partiram de Alus, e acamparam-se em Refidim; porém não havia ali água, para que o povo bebesse. Partiram, pois, de Refidim, e acamparam-se no deserto de Sinai. E partiram do deserto de Sinai, e acamparam-se em Quibroth-Ataava. E partiram de Quibroth-Ataava, e acamparam-se em Azeroth. E partiram de Azeroth, e acamparam-se em Ritma. E partiram de Ritma, e acamparam-se em Rimon-parez. E partiram de Rimon-parez, e acamparam-se em Libna. E partiram de Libna, e acamparam-se em Rissa. E partiram de Rissa, e acamparam-se em Queelata. E partiram de Queelata e acamparam-se no monte de Safer. E partiram do monte de Safer, e acamparam-se em Arada. E partiram de Arada, e acamparam-se em Magueloth. E partiram de Magueloth, e acamparam-se em Tacath. E partiram de Tacath, e acamparam-se em Tara. E partiram de Tara, e acamparam-se em Mitca. E partiram de Mitca, e acamparam em Asmona. E partiram de Asmona, e acamparam-se em Moseroth. E partiram de Moseroth, e acamparam-se em Bene-jaacan. E partiram de Bene-jaacan, e acamparam-se em Or-Agidgad. E partiram de Or-Agidgad, e acamparam-se em Jotebata. E partiram de Jotebata, e acamparam-se em Abrona. E partiram de Abrona, e acamparam-se em Ezion-geber. E partiram de Ezion-geber, e acamparam-se no deserto de Zin, que é Cades. E partiram de Cades, e acamparam-se no monte de Hor, no fim da terra de Edom. Então Aarão, o sacerdote, subiu ao monte de Hor, conforme ao mandado do Senhor; e morreu ali, no quinto mês do ano quadragésimo da saída dos filhos de Israel da terra do Egipto, no primeiro dia do mês. E era Aarão da idade de cento e vinte e três anos, quando morreu no monte de Hor. E ouviu o cananeu, rei de Arad, que habitava o sul, na terra de Canaan, que chegavam os filhos de Israel. E partiram do monte de Hor, e acamparam-se em Zalmona. E partiram de Zalmona, e acamparam-se em Funon. E partiram de Funon, e acamparam-se em Oboth. E partiram de Oboth, e acamparam-se nos outeirinhos de Abarim, no termo de Moab. E partiram dos outeirinhos de Abarim, e acamparam-se em Dibon-gad. E partiram de Dibon-gad, e acamparam-se em Almon-diblataim. E partiram de Almon-diblataim, e acamparam-se nos montes de Abarim, defronte de Nebo. E partiram dos montes de Abarim, e acamparam-se nas campinas dos moabitas, junto ao Jordão de Jericó. E acamparam-se junto ao Jordão, desde Beth-jesimoth até Abel-sitim, nas campinas dos moabitas.”
Números 33:1-49


5

Esta caminhada já durava há 400 anos. Deus quis que o povo ficasse todo aquele tempo no Egipto. Era indispensável que assim fosse, apesar de difícil, para edificação e multiplicação do povo escolhido de Deus. Não nos esqueçamos que entraram 70 pessoas no Egipto e saíram 2 milhões. Nesta passagem estão registadas as etapas da viagem desde que o povo tinha saído do Egipto. Muitas coisas tinham acontecido e tinha, por vezes sido difícil. O facto de as etapas estarem registadas significa que Deus sabe tudo pelo que passamos. Por vezes, para maiores bênçãos poderem vir, temos de passar por provações e tribulações. Conseguimos olhar para trás e, mesmo assim, ver a mão do Todo-Poderoso Deus? Claro que sim. Demos-lhe a glória devida ao Seu nome. Deus quis que estas jornadas fossem escritas (v. 2). É mais uma demonstração da importância da Palavra escrita. Deus revelou-Se ao homem através da Bíblia. Não precisamos de caminhar em incerteza. Sabemos, pela lista apresentada, que a maior parte desta caminhada foi feita através de desertos. Como é que o povo manteve força, organização e força de vontade na difícil caminhada? Deus caminhava à frente. Se sabemos que estamos na vontade de Deus, por mais difícil que o caminho pareça, Deus está à frente. Confiemos Nele. O povo caminhava sem ter lugar fixo. Nunca sabiam se iam, se ficavam. Apenas sabiam que aquele não era o seu lugar. Essa é a história de todos os que já confiaram em Cristo. Um lugar melhor nos aguarda.

quinta-feira, 14 de maio de 2015

(Devocional) A alegria certa do crente - Is. 25:9-12


Quinta-feira, 14 de Maio de 2015
Leitura Bíblica Diária: Isaías 21-25
A alegria certa do crente

“E, naquele dia, se dirá: Eis que este é o nosso Deus, a quem aguardávamos, e ele nos salvará: este é o Senhor, a quem aguardávamos: na sua salvação, gozaremos e nos alegraremos. Porque a mão do Senhor descansará neste monte; mas Moab será trilhado debaixo dele, como se trilha a palha no monturo. E estenderá as suas mãos por entre eles, como as estende o nadador para nadar; e abaterá a sua altivez com a perícia das suas mãos deles. E abaixará as altas fortalezas dos teus muros; abatê-las-á e derribá-las-á por terra até ao pó.”
Isaías 25:9-12


Este é o cântico de vitória de quem estava debaixo de opressão mas sabia que a sua libertação era certa. O Messias aqui anunciado e que viria trazer salvação já veio e esta alegria que aqui é prevista é a alegria que o filho de Deus deve estar a experimentar na sua vida. A vitória sobre o mundo foi-nos conquistada por Cristo e podemos exultar. O mundo não percebe a nossa alegria e pensa que nos alegramos sem razão. Por isso é que as coisas de Deus lhes parecem loucura. No entanto, as coisas nas quais o mundo confia serão destruídas. As pessoas sem Cristo estão dispostas a acreditar e a confiar em tudo menos na verdade. Este parágrafo fala-nos do reino de Moab que confiava que, por causa da sofisticação das suas fortalezas, jamais seria derrubado. O versículo 11 fala-nos da soberba do homem que pensa que já alcançou um tal nível de desenvolvimento que poderá escapar ao julgamento de Deus. A ciência procura formas de prolongar a vida humana e outros planetas onde os seres humanos possam viver quando este for destruído. Deus chama a isso “altivez” (v. 11). Apesar do nível da sua perícia o mundo terá de prestar contas a Deus. Quão bom é termos a Deus como Pai! Sabermos que o nosso Pai é quem controla todas as coisas. Sabermos que estamos do lado vencedor. Não devemos deixar que o inimigo nos roube a nossa alegria. Alegremo-nos hoje o Senhor.    

quarta-feira, 13 de maio de 2015

(Devocional) Investimento - 2Pe. 1:12-15


Quarta-feira, 13 de Maio de 2015
Leitura Bíblica Diária: II Pedro 1-35
Investimento

“Pelo que não deixarei de exortar-vos, sempre, acerca destas coisas, ainda que bem as saibais, e estejais confirmados na presente verdade. E tenho por justo, enquanto estiver neste tabernáculo, despertar-vos com admoestações, Sabendo que, brevemente, hei-de deixar este meu tabernáculo, como, também, o nosso Senhor Jesus Cristo já mo tem revelado; Mas, também, eu procurarei em toda a ocasião que, depois da minha morte, tenhais lembrança destas coisas.”
II Pedro 1:12-15


Qual é o trabalho mais importante da sua vida? Em que ocupa os breves momentos que tem para viver neste mundo? Pensa que não é breve a sua passagem por esta vida? A nossa vida é um vapor que rapidamente se desvanece. Pedro dá aqui testemunho que quer dedicar cada um dos momentos que lhe restam para investir no crescimento dos crentes. Eis aqui alguém que está consciente que em breve irá deixar o seu corpo. Temos testemunho de Pedro de que ele sabe que ele continuará consciente no momento da sua morte. O seu corpo (ele chama-o de tabernáculo) ficará para trás a aguardar a ressurreição. Mas Pedro continuará a viver. Ele sabe que a sua vida está nas mãos de Deus. Mas a esperança da eternidade não faz com que ele não dê importância à sua vida neste mundo. Ele sabe qual é a vontade de Deus e investe nela todo o seu ser. Este mundo não tem verdadeiro valor, pois nada neste mundo dura para sempre. Encontramos verdadeiro valor naquilo que é eterno e é da vontade de Deus. Assim que encontra a vontade de Deus, tal como Pedro encontrou, deve nela investir todo o seu esforço. Apenas o que traz glória a Deus vale a pena. Quando Deus enviou o Seu Filho para morrer por nós, não o fez de a meio gás. Ele deu tudo o que tinha. Por mim! Por você! Será que Ele não merece tudo o que sou?

terça-feira, 12 de maio de 2015

(Devocional) Porque falar de Deus - 71:14-24


Terça-feira, 12 de Maio de 2015
Leitura Bíblica Diária: Salmos 71-755
Porque falar de Deus?

“Mas eu esperarei continuamente, e te louvarei cada vez mais. A minha boca relatará as bênçãos da tua justiça e da tua salvação, todo o dia, posto que não conheça o seu número. Sairei na força do Senhor Deus; farei menção da tua justiça, e só dela. Ensinaste-me, ó Deus, desde a minha mocidade; e até aqui tenho anunciado as tuas maravilhas. Agora, também, quando estou velho e de cabelos brancos, não me desampares, ó Deus, até que tenha anunciado a tua força a esta geração, e o teu poder a todos os vindouros. Também a tua justiça, ó Deus, está muito alta, pois fizeste grandes coisas: ó Deus, quem é semelhante a ti? Tu, que me tens feito ver muitos males e angústias, me darás ainda a vida, e me tirarás dos abismos da terra. Aumentarás a minha grandeza, e de novo me consolarás. Também eu te louvarei com o saltério, bem como à tua verdade, ó meu Deus; cantar-te-ei com a harpa, ó Santo de Israel. Os meus lábios exultarão quando eu te cantar, assim como a minha alma que tu remiste. A minha língua falará da tua justiça, todo o dia; pois estão confundidos e envergonhados aqueles que procuram o meu mal.”
Salmo 71:14-24


Querer o mal de outra pessoa é algo que está ao nosso alcance corrigir. O perdão que recebemos de Deus é tão profundo que torna insignificante qualquer ofensa que tenhamos de perdoar. Mas ter alguém que queira o nosso mal é algo que está para além do nosso controlo. Mesmo assim, sabermos que temos um inimigo, que existe alguém que quer o nosso mal, pode ser suficiente para nos consumir. O salmista toma uma decisão importante. Ele vai esperar continuamente no Senhor. É isso que temos de fazer com o que não está ao nosso alcance. Devemos confiar que está bem entregue nas mãos poderosas do nosso Deus. Assim, ele pode dedicar o seu tempo àquilo que realmente o apaixona. Anunciar a grandeza, o poder e a glória do Deus que é ao mesmo tempo Todo Poderoso e Deus pessoal. O Senhor é aquele que nos ensina, que nos guarda e que nos consola. Será que Ele não merece que sejamos seus anunciadores. Somos defensores apaixonados de tudo aquilo que ganha o lugar principal no nosso coração. Quem está sentado no trono da sua vida? Por vezes deixamos que o nosso ego ou que algum dos nosso ídolos insignificantes ocupe o lugar de topo da nossa existência. Sou eu que tenho o controlo? São os meus ídolos que me protegem, que me consolam? Que eu não desperdice nem mais um momento da minha vida. Que eu possa viver para falar das maravilhas do Deus da minha salvação.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

(Devocional) Uma poderosa ilustração - Is. 20:1-6


Segunda-feira, 11 de Maio de 2015
Leitura Bíblica Diária: Isaías 16-205
Uma poderosa ilustração

“NO ano em que veio Tartan a Asdod, enviando-o Sargon, rei da Assíria, e guerreou contra Asdod, e a tomou; Falou o Senhor, pelo mesmo tempo, pelo ministério de Isaías, filho de Amós, dizendo: Vai, solta o cilício dos teus lombos, e descalça os sapatos dos teus pés. E assim o fez, indo nu e descalço. Então disse o Senhor: Assim como o meu servo Isaías andou três anos nu e descalço, por sinal e prodígio sobre o Egipto e sobre a Etiópia, Assim, o rei da Assíria levará em cativeiro os presos do Egipto, e os exilados da Etiópia, tanto moços como velhos, nus e descalços, e com as nádegas descobertas, para vergonha do Egipto. E assombrar-se-ão, e envergonhar-se-ão, por causa dos etíopes, sua esperança, e dos egípcios, sua glória. Então dirão os moradores desta costa, naquele dia: Vede, que tal é a nossa esperança, aquilo que buscámos por socorro, para nos livrarmos da face do rei da Assíria! como, pois, escaparemos nós?”
Isaías 20:1-6


Sob inspiração de Deus, o profeta Isaías andou, durante três anos, descalço e praticamente sem roupa (v. 3). Deus sabe o quanto distraídos nós somos e como é difícil captar as nossas atenções. Deus sabe que uma boa ilustração vale muitas palavras e, desta forma trabalha, para captar a atenção do povo. O nosso Senhor Jesus utilizou igualmente hábeis técnicas de ilustração para que os Seus ouvintes entendessem e prestassem atenção aos Seus ensinamentos. O objectivo de Isaías era anunciar que os grandes impérios Egípcio e Etíope seriam completamente humilhados pela Assíria. (Pequeno parênteses: reparem como Deus diz que pouca roupa é sinal de humilhação, nos tempos que correm precisamos de aprender o significado da palavra pudor). Este anúncio tinha muita importância para Israel pois, ameaçados pelos Assírios, eles estavam a depositar toda a sua confiança nos seus aliados políticos, em vez de confiarem e buscarem a vontade de Deus. Eles haviam recusado continuar a pagar tributo à Assíria, confiados que os seus “amigos” os protegeriam. Pelos vistos, essa decisão foi baseada apenas na presunção da força dos seus aliados e não tomada depois de consultarem a vontade de Deus. E, breve, também os aliados em quem tanto confiavam seriam destruídos. Nós também podemos ser culpados deste pecado. Certas coisas para nós parecem tão certas que nos convencemos que nunca desaparecerão e que podemos confiar nelas. Empregos, casas, família, amigos, são tudo coisas que não são merecedoras de toda a nossa confiança. Só em Deus devemos confiar, só Ele permanecerá quando tudo o resto passar.