sexta-feira, 20 de novembro de 2015

(Devocional) Para recordarem, e louvarem e celebrarem ao Senhor - 1Cr. 16:1-6


Sexta-feira, 20 de Novembro de 2015
Leitura Bíblica Diária: I Crónicas 16-20
Para recordarem, e louvarem e celebrarem ao Senhor

“Trazendo, pois, a arca de Deus, a puseram no meio da tenda que David lhe tinha armado; e ofereceram holocaustos e sacrifícios pacíficos perante Deus. E, acabando David de oferecer os holocaustos e sacrifícios pacíficos, abençoou o povo em nome do Senhor. E repartiu a todos em Israel, tanto a homens como a mulheres, a cada um, um pão, e um bom pedaço de carne, e um frasco de vinho. E pôs perante a arca do Senhor alguns dos levitas por ministros; e isto para recordarem, e louvarem, e celebrarem ao Senhor, Deus de Israel. Era Asaf o chefe, e Zacarias o segundo depois dele, Jeiel, e Semiramoth, e Jeiel, e Matitias, e Eliab, e Benaias, e Obed-edom, e Jeiel, com alaúdes e com harpas; e Asaf se fazia ouvir com címbalos; Também Benaias e Jaaziel, os sacerdotes, contìnuamente com trombetas, perante a arca do concerto de Deus.”
I Crónicas 16:1-6


Agora que a arca da aliança tinha finalmente sido trazida para Jerusalém, David queria envolver todo o povo da alegria de ter a presença do Senhor no centro da capital da nação. O rei queria que todos partilhassem do momento alegre e que, a partir dali, o relacionamento do povo com Deus fosse o ponto central da vida a cultura daquele povo. No momento em que a arca é colocada no lugar que tinha sido preparado para ela, são realizados sacrifícios e holocaustos. Naquele momento, o sangue de animais inocentes é derramado e oferecido ao Senhor pelo povo. Não podemos olhar para esta passagem sem ver o nosso relacionamento com Cristo. É Ele que foi oferecido em nosso lugar. A presença de Deus que recebemos no dia da conversão também vem habitar num lugar temporário, pois sabemos que este corpo será transformado na ressurreição dos mortos. Temos tantas razões para celebrar como David tinha naquele dia. Para partilhar com todos a alegria do momento, David manda distribuir por todos pão e carne e vinho. O ser humano precisa por vezes de ajuda para se lembrar da grande bênção que tem por poder ter um relacionamento pessoal com o Senhor. Antes de ir para o Pai, de onde O aguardamos, Jesus instituiu a Ceia do Senhor. Na distribuição dos elementos da ceia recordamos o sacrifício do Senhor por nós e somos lembrados da Sua vinda iminente. Que a presença do Senhor seja real para nós. Que sempre o possamos recordar e louvar e celebrar.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

(Devocional) Pormenores desconhecidos - Lc. 2:1-5


Quinta-feira, 19 de Novembro de 2015
Leitura Bíblica Diária: Lucas 2-5
Pormenores desconhecidos

“E aconteceu, naqueles dias, que saiu um decreto da parte de César Augusto, para que todo o mundo se alistasse. (Este primeiro alistamento foi feito sendo Cirénio presidente da Síria.) E todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade. E subiu, também, José da Galileia, da cidade de Nazaré, à Judeia, à cidade de David, chamada Belém (porque era da casa e família de David), A fim de alistar-se com Maria, sua mulher, que estava grávida. E aconteceu que, estando eles ali, se cumpriram os dias em que ela havia de dar à luz. E deu à luz seu filho primogénito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.”
Lucas 2:1-5


Lemos estas palavras a partir de um ponto privilegiado da história. Conhecemos os anúncios do Antigo Testamento sobre a vinda do Salvador prometido. Conhecemos também a forma perfeita como cada uma daquelas profecias foi cumprida. Todos sabemos que o Messias teria de nascer em Belém. Era esse o plano traçado por Deus e anunciado centenas de anos antes. Todos os ouvintes atentos das Escrituras saberiam também que estas coisas seriam assim. É interessante, no entanto, ver a quantidade de texto que Lucas usa para justificar o que teria levado José a Belém. Pelo que lemos não foi um acto premeditado de José que Maria desse à luz em Belém. Simplesmente “aconteceu”. Havia um censos. O registo era obrigatório no lugar de onde o chefe de família era natural. O registo era presencial e para toda a família. Deus usou cenas comuns do dia-a-dia para que uma das Suas maiores profecias se cumprisse. Assim é o nosso Deus. Por vezes somos enganados a pensar que Ele irá responder às nossas orações de uma forma pouco comum. A verdade é que a maioria das soluções de Deus para os nossos problemas estavam mesmo ao nosso lado. Deus usa as coisas fracas deste mundo para fazer os Seus grandes milagres. Quando finalmente recebemos a resposta de Deus, percebemos que Ele nunca tinha deixado de trabalhar. Os pormenores do nosso livramento andavam a ser montados durante o tempo da nossa aflição. Senhor, ajuda-se a esperar em ti e a confiar!

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

(Devocional) Tu mesmo eras um deles - Ob. 1:10-16


5Quarta-feira, 18 de Novembro de 2015
Leitura Bíblica Diária: Obadias 1
Tu mesmo eras um deles

“Por causa da violência feita a teu irmão Jacob, cobrir-te-á a confusão, e serás exterminado, para sempre. No dia em que estiveste em frente dele, no dia em que os forasteiros levavam cativo o seu exército, e os estranhos entravam pelas suas portas, e lançavam sortes sobre Jerusalém, tu mesmo eras um deles. Mas tu não devias olhar para o dia do teu irmão, no dia do seu desterro; nem alegrar-te sobre os filhos de Judá, no dia da sua ruína; nem alargar a tua boca, no dia da angústia; Nem entrar pela porta do meu povo, no dia da sua calamidade; sim, tu não devias olhar, satisfeito, para o seu mal, no dia da sua calamidade; nem estender as tuas mãos contra o seu exército, no dia da sua calamidade; Nem parar nas encruzilhadas, para exterminares os que escapassem: nem entregar os que lhe restassem, no dia da angústia. Porque o dia do Senhor está perto, sobre todas as nações: como tu fizeste, assim se fará contigo: a tua maldade cairá sobre a tua cabeça. Porque, como vós bebestes no monte da minha santidade, assim beberão de contínuo todas as nações: beberão e engolirão, e serão como se nunca tivessem sido.”
Obadias 1:10-16


Esta passagem contem algumas das acusações do Senhor contra o povo de Edom. Esta profecia, que dava conta da destruição iminente deste povo serviu em primeiro lugar de aviso para os visados. Se eles recebessem a profecia e se arrependessem, haveria certamente lugar para eles nos braços de misericórdia do Pai. Que outra razão teria o Senhor para lhes anunciar o seu futuro? Estas palavras servem também para que nós, os que as lemos passados tantos anos atentemos para estarmos do lado certo da história. Era a justiça do Senhor que eles teriam de enfrentar. Deus nunca ficará sem razões que justifiquem a nossa condenação e a Sua santidade. Quando os inimigos de Israel invadiram a terra, contaram com a colaboração dos Edomitas. Este povo, que era um povo irmão, e que por causa disso tinha contacto com a revelação do Senhor, escolheu naquela ocasião manter-se contra a vontade expressa de Deus. Não apenas ajudaram os que invadiram Israel, como se alegraram no sofrimento do povo de Deus. Eles até montaram emboscadas para que fossem presos e mortos os judeus que conseguissem escapar ao invasor. Em vez de considerarem o julgamente de Deus contra Israel e se arrependerem dos seus próprios maus caminhos, eles ignoraram a mão do Senhor e continuaram a viver como se Ele não existisse. Todo o pecado terá de enfrentar um dia a justiça de Deus. Está preparado? Apenas aquele que se abriga em Cristo resistirá.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

(Devocional) Toda boa dádiva - Tg. 1:13-18


Terça-feira, 17 de Novembro de 2015
Leitura Bíblica Diária: Tiago 1-5
Toda a boa dádiva

“Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte. Não erreis, meus amados irmãos. Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação. Segundo a sua vontade, ele nos gerou, pela palavra da verdade, para que fôssemos como primícias das suas criaturas.”
Tiago 1:13-18


É quase o cúmulo da heresia culpar Deus pelo nosso pecado. Deus não obriga ninguém a pecar. Temos apenas a nós mesmos e à nossa natureza caída a culpar pelo nosso pecado. Podemos pensar, “mas o que tem isso de grave?” Eu peco, tu pecas, nós pecamos. O pecado tem a sua origem bem no interior do nosso ser e tem sempre como resultado a morte. Morte é afastamento. Todo o nosso pecado faz com que aquele que o comete se afaste de Deus. Uma vez que fomos criados para ter comunhão constante com o nosso Criador, o pecado afasta-nos da nossa própria razão de ser. Deus não obriga ninguém a pecar, pois o pecado é algo negativo e de Deus apenas vêm boas dádivas. Ele é tão bom que, apesar de não ser obrigado a fazê-lo e de nós não o merecermos, Ele dá-nos um escape para cada tentação que temos de passar e ainda nos garante que nunca seremos tentados acima da nossa capacidade de suportar. Este é o nosso Deus! Ele é cheio de graça e nunca nos obriga a pecar. Como é que aquele que fez tudo o que era necessário fazer para que pudéssemos estar com Ele, poderia ser o autor do nosso afastamento? Ele suportou ser afastado do Seu único Filho, pois este recebeu em si mesmo o nosso pecado. Tudo isto Ele fez para que não tivéssemos de sofrer mais as consequências do pecado. O sacrifício de Cristo prova que Deus não é o autor do pecado. Mesmo assim, na Sua graça, Ele fez tudo para remover as suas consequências.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

(Devocional) A grandeza de David - 1Cr. 14:8-17


5Segunda-feira, 16 de Novembro de 2015
Leitura Bíblica Diária: I Crónicas 11-15
A grandeza de David

“Ouvindo, pois, os filisteus, que David havia sido ungido rei sobre todo o Israel, todos os filisteus subiram em busca de David: o que ouvindo David, logo saiu contra eles. E, vindo os filisteus, se estenderam pelo vale de Refaim. Então consultou David a Deus, dizendo: Subirei contra os filisteus, e nas minhas mãos os entregarás? E o Senhor lhe disse: Sobe, porque os entregarei nas tuas mãos. E, subindo a Baal-perasim, David ali os feriu; e disse David: Por minha mão Deus derrotou a meus inimigos, como a rotura das águas. Pelo que chamaram o nome daquele lugar, Baal-perasim. E deixaram ali seus deuses; e ordenou David que se queimassem a fogo. Porém os filisteus tornaram e se estenderam pelo vale. E tornou David a consultar a Deus; e disse-lhe Deus: Não subirás atrás deles; mas anda em roda, por detrás deles, e vem a eles por defronte das amoreiras; E há-de ser que, ouvindo tu um ruído de andadura pelas copas das amoreiras, então sai à peleja; porque Deus haverá saído diante de ti, a ferir o exército dos filisteus. E fez David como Deus lhe ordenara: e feriram o exército dos filisteus, desde Gibeon até Gazor. Assim se espalhou o nome de David por todas aquelas terras: e o Senhor pôs o seu temor sobre todas aquelas gentes.”
I Crónicas 14:8-17


Aqui está David como grande rei de Israel. A grandeza de David não se deveu às suas grandes vitórias militares, e ele teve-as, mas sim na qualidade do seu relacionamento com o seu Redentor. Vemos uma grande diferença em relação a Saúl, David buscava constantemente ao Senhor quando tinha grandes decisões a tomar. A chamada de atenção para nós neste ponto é que essa deve ser a nossa primeira reacção. Ou seja, infelizmente vamos a Deus apenas quando nós não sabemos o que fazer. E, mesmo assim, só no fim de esgotarmos todas as outras opções. Devemos consultar a Deus antes de qualquer decisão. Para o crente isso deve ser tão natural quanto respirar. Não só isso, David agia tal como Deus lhe ordenava que agisse. Ou seja, quando consultamos o Senhor, devemos fazê-lo com intenção firme de obedecer. Não devemos tratar a Palavra de Deus como mais um dos nossos conselheiros. Se para nós é claro que Deus falou, isso deve ser o suficiente para a nossa obediência, mesmo se for contrário à nossa vontade. Hoje, busquemos ouvir a Sua voz. Ela não se fará notar de forma audível. Ele quer falar claramente connosco nas páginas da Sua Palavra. Busquemos ao Senhor dispostos a obedecer-Lhe, mesmo se a resposta que obtivermos Dele não for a que estávamos à espera ou a que mais desejávamos. Obedeçamos ao nosso Mestre.