terça-feira, 29 de dezembro de 2015

(Devocional) Nova oportunidade - Jo. 21:15-19


Terça-feira, 29 de Dezembro de 2015
Leitura Bíblica Diária: João 21
Nova oportunidade

“E, depois de terem jantado, disse Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de Jonas, amas-me mais do que estes? E ele respondeu: Sim, Senhor; tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta os meus cordeiros. Tornou a dizer-lhe segunda vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Disse-lhe: Sim, Senhor; tu sabes que te amo. Disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas. Disse-lhe terceira vez: Simão, filho de Jonas, amas-me? Simão entristeceu-se, por lhe ter dito terceira vez: Amas-me? E disse-lhe: Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo. Jesus disse-lhe: Apascenta as minhas ovelhas. Na verdade, na verdade te digo, que, quando eras mais moço, te cingias a ti mesmo, e andavas por onde querias; mas, quando já fores velho, estenderás as tuas mãos, e outro te cingirá, e te levará para onde tu não queiras. E disse isto, significando com que morte havia ele de glorificar a Deus. E, dito isto, disse-lhe: Segue-me.”
João 21:15-19

Depois de ressuscitado e antes de voltar para o Pai, Jesus tira algum tempo para estar com os Seus discípulos e revelar a verdade da Sua ressurreição a várias outras pessoas. Vemo-Lo aqui a dedicar especial atenção a Pedro. Este apóstolo havia negado o Seu Senhor depois de afirmar que nunca o faria. Esta negação devia estar a pesar grandemente no coração de Pedro. Vemos aqui o processo de recuperação que Jesus aplica ao Seu amado apóstolo. Em primeiro lugar Jesus chama-o “Simão Pedro”. Jesus conhece-nos intimamente, pelo nome e chama-nos individualmente a vivermos para Ele. Jesus não perde muito tempo. Ele pergunta a Pedro: “Amas-me?”. O nosso Salvador é directo. Ele fala-nos directamente ao coração. Outros poderiam estar com rodeios, mas Deus, na Sua Palavra diz o que tem de ser dito sem grandes delongas. Ao perguntar três vezes pelo mesmo, Jesus estava a lembrar Pedro das três vezes que Ele O havia negado. Ele estava a dizer-Lhe, “se me amas, faz a minha vontade”. Ao chamá-lo para a obra de apascentar o rebanho, Jesus estende a Pedro o Seu perdão. Aqui está a lição a aprender. Não importa a gravidade do que fizemos (e Pedro havia pecado gravemente), é sempre possível voltar para Deus. O caminho de  volta para Deus é Jesus. Aproveitar as oportunidades que Ele nos dá para voltar é a forma segura para não desperdiçarmos tempo. Quando estamos certos do perdão de Deus, podemos lançar-nos novamente no serviço que Ele tem para nós.  

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

(Devocional) Os lábios do sacerdote - Ml. 2:1-9


Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2015
Leitura Bíblica Diária: Malaquias 1-45
Os lábios do sacerdote

“E agora, ó sacerdotes, este mandamento vos toca a vós. Se o não ouvirdes, e se não propuserdes no vosso coração dar honra ao meu nome, diz o Senhor dos Exércitos, enviarei a maldição contra vós, e amaldiçoarei as vossas bênçãos; e já as tenho amaldiçoado, porque vós não pondes isso no coração. Eis que vos corromperei a semente, e espalharei esterco sobre os vossos rostos, o esterco das vossas festas; e com ele sereis tirados. Então sabereis que eu vos enviei este mandamento, para que o meu concerto seja com Levi, diz o Senhor dos Exércitos. Meu concerto com ele foi de vida e de paz, e eu lhas dei para que me temesse, e me temeu; e assombrou-se, por causa do meu nome. A lei da verdade esteve na sua boca, e a iniquidade não se achou nos seus lábios: andou comigo em paz e em rectidão, e apartou a muitos da iniquidade. Porque os lábios do sacerdote guardarão a ciência, e da sua boca buscarão a lei, porque ele é o anjo do Senhor dos Exércitos. Mas vós vos desviastes do caminho; a muitos fizestes tropeçar na lei; corrompestes o concerto de Levi, diz o Senhor dos Exércitos. Por isso, também, eu vos fiz desprezíveis, e indignos diante de todo o povo, visto que não guardastes os meus caminhos, mas fizestes distinção de pessoas na lei.”
Malaquias 2:1-9


Estas são palavras duras para os sacerdotes de Israel. Eles não estavam a levar a sério o seu ministério, tal como este tinha sido dado pelo Senhor. As expectativas do Senhor para os sacerdotes eram claras e conhecidas. Eles deveriam temer o Senhor e dar-lhe, pessoalmente, a adoração devida ao Seu nome. Eles deveriam fazer isto não por causa do que recebiam do Senhor em caso de fidelidade, mas por causa de Quem o Senhor era. Eles deveriam ser os porta-vozes da verdade. Era a Palavra de Deus que eles deveriam ensinar, não palavras da sua própria sabedoria, ou palavras para servirem aos seus objectivos indignos. Eles deveriam ter uma vida irrepreensível dentro da vontade de Deus e deveriam viver de forma a encorajar outros a aproximarem-se do Senhor. Não era isto que estava a acontecer no tempo de Malaquias e, no Seu amor, o Senhor resolve dar-lhes mais uma oportunidade de arrependimento. Nos nossos dias já não há sacerdócio levítico. Cada crente em Jesus é chamado a ser um sacerdote. Todos os cristãos são embaixadores de Cristo. Se eu fosse um dos sacerdotes do tempo de Malaquias, será que eu prestaria atenção a estas palavras? Será que estamos a viver de forma a que outros, olhando para a nossa vida, desejam aproximar-se do Senhor. Ou será que as nossas acções estão a contribuir para afastar as pessoas do evangelho da paz?

domingo, 27 de dezembro de 2015

(Devocional) Convém que eu vá - Jo. 16:7-15


Domingo, 27 de Dezembro de 2015
Leitura Bíblica Diária: João 16-20
Convém que eu vá

“Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que Eu vá; porque, se Eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando Eu for, vo-lO enviarei. E, quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo. Do pecado, porque não creem em Mim; Da justiça, porque vou para Meu Pai, e não Me vereis mais; E do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado. Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora. Mas, quando vier Aquele, o Espírito de verdade, Ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de Si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir. Ele Me glorificará, porque há de receber do que é Meu, e vo-lo há de anunciar. Tudo quanto o Pai tem é Meu; por isso vos disse que há de receber do que é Meu e vo-lo há de anunciar.”
João 16:7-15


Jesus dirige nesta passagem palavras muito difíceis aos Seus discípulos. Jesus estava a anunciar que teria de morrer, deixá-los. Aqueles homens tinham deixado tudo para o seguirem, e agora ficariam sem Ele? Alguns deles tinham ainda um conhecimento bem rudimentar de todas as verdades que o Senhor tinha compartilhado com eles ao longo daqueles três anos. Em parte, ainda esperavam que fosse Jesus a remover o jugo do império romanos sobre eles. Eles ansiavam por ver Jesus a reinar no trono de David. Agora iriam ficar órfãos? Jesus conforta-os (Ele é o primeiro Consolador), dizendo que o que estava para vir era algo maravilhoso. Ele diz-lhes que convém que Ele vá, pois de seguida viria o Espírito Santo e eles beneficiariam com o Seu ministério habitando dentro de cada um deles. Mas era difícil entender. Será que o leitor se identifica com o que os discípulos estavam a passar? Será que Deus permitiu que alguém ou alguma coisa lhe fossem tiradas, para que pudesse crescer mais Nele e ver o poder da Sua mão? Tal como aqueles homens, nos momentos em que não entendemos (e esses momentos vêm), devemos continuar a olhar para Ele. Jesus é de confiança mesmo quando não o vemos. O Senhor é bom mesmo naquilo que não entendemos. Aqueles homens tinham ouvido um dia o pedido de um pai, “Senhor, eu creio, ajuda a minha incredulidade!” Que possamos seguir o Senhor segundo o que vemos e confiar Nele quando deixamos de ver o caminho.

sábado, 26 de dezembro de 2015

(Devocional) Porque não somos generosos? - 2Cr. 31:1-10


Sábado, 26 de Dezembro de 2015
Leitura Bíblica Diária: II Crónicas 31-35
Porque não somos generosos?

“E acabando tudo isto, todos os israelitas que ali se achavam saíram às cidades de Judá e quebraram as suas estátuas, cortaram os bosques, e derribaram os altos e altares por todo o Judá e Benjamim, como, também, em Efraim e Manassés, até que tudo destruíram: então tornaram todos os filhos de Israel, cada um para sua possessão, para as cidades deles. E estabeleceu Ezequias as turmas dos sacerdotes e levitas, segundo as suas turmas, a cada um segundo o seu ministério; aos sacerdotes e levitas para o holocausto e para as ofertas pacíficas; para ministrarem, e louvarem, e cantarem, às portas dos arraiais do Senhor. Também estabeleceu a parte da fazenda do rei para os holocaustos, para os holocaustos da manhã e da tarde, e para os holocaustos dos sábados, e das luas novas, e das solenidades; como está escrito na lei do Senhor. E ordenou ao povo, aos moradores de Jerusalém, que dessem a parte dos sacerdotes e levitas; para que se pudessem dedicar à lei do Senhor. E, depois que este dito se divulgou, os filhos de Israel trouxeram muitas primícias de trigo, mosto, e azeite, e mel, e de toda a novidade do campo: também os dízimos de tudo trouxeram em abundância. E os filhos de Israel e de Judá, que habitavam nas cidades de Judá, também trouxeram dízimos das vacas e das ovelhas, e dízimos das coisas sagradas que foram consagradas ao Senhor, seu Deus: e fizeram muitos montões. No terceiro mês, começaram a fazer os primeiros montões: e no sétimo mês acabaram. Vindo, pois, Ezequias e os príncipes, e vendo aqueles montões, bendisseram ao Senhor e ao seu povo Israel. E perguntou Ezequias aos sacerdotes e aos levitas, acerca daqueles montões. E Azarias, o sumo sacerdote da casa de Zadoc, lhe falou, dizendo: Desde que esta oferta se começou a trazer à casa do Senhor, houve que comer e de que se fartar, e ainda sobejo em abundância; porque o Senhor abençoou ao seu povo, e sobejou esta abastança.”
II Crónicas 31:1-10


Sob o reinado do rei Ezequias assistimos a um grande despertamento nacional em Israel. O rei, como líder da nação, com a sua dedicação a seguir o Senhor, influenciou toda a nação a corrigir a sua caminhada com Deus. O Senhor espera de todos os Seus filhos que influenciem o mundo à sua volta para bem. Depois de reorganizar o trabalho do templo (v. 3), Ezequias estabelece novamente o princípio do sustento dos sacerdotes e da casa do Senhor. O povo era responsável para que os sacerdotes se pudessem dedicar em exclusivo à obra que Deus tinha para eles (v. 4). Aparentemente o povo havia de tal forma desviado o seu coração de Deus, que havia parado de dar os seus dízimos para a obra do Senhor. Muitas desculpas se levantam quando se trata de justificar porque não se dá o dízimo. No entanto, o coração que está de bem com Deus, não terá dificuldade em entender e em obedecer também nesta área. Nesta passagem vemos acontecer o que é o testemunho pessoal de muitos crentes também. Quando o povo começou a dar os seus dízimos e ofertas para a obra do Senhor, Deus abençoa-os. Muitas vezes podemos ser tentados a pensar, “desta vez não tenho o suficiente para dar o dízimo”, quando o que geralmente acontece é, “eu tenho mais do que o suficiente, porque dou o dízimo.” A partir do momento que o povo começa a dar, começa a ter abundância (v. 10). 

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

(Devocional) O fim do ateísmo - Ap. 16:8-11


Sexta-feira, 25 de Dezembro de 2015
Leitura Bíblica Diária: Apocalipse 16-20
O fim do ateísmo

“E o quarto anjo derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe permitido que abrasasse os homens com fogo; E os homens foram abrasados, com grandes calores, e blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram, para lhe darem glória. E o quinto anjo derramou a sua taça sobre o trono da besta, e o seu reino se fez tenebroso; e eles mordiam as suas línguas de dor. E, por causa das suas dores, e por causa das suas chagas, blasfemaram do Deus do céu; e não se arrependeram das suas obras.”
Apocalipse 16:8-11 5


A grande tribulação marcará também o fim do ateísmo. O mundo será afligido com grandes julgamentos (estamos na parte da história em que Deus continua a dar oportunidade de arrependimento, e em que estes julgamentos são conhecidos e anunciados). Nesta passagem vemos que o mundo será afligido por um aumento exponencial da actividade solar. Esse evento trará grande sofrimento a todo o mundo. Também é referido um julgamento directamente sobre o trono do anticristo e daqueles que o rodeiam. Esse julgamente resulta em trevas, dores e feridas físicas. Mais uma vez, se você consegue ler o anúncio destes julgamentos, você ainda está a tempo de os evitar, refugiando-se na Pessoa de Jesus. Se no mundo em que vivemos existem aqueles que se dizem ateus, na grande tribulação a máscara irá cair. O ateísmo é utilizado agora como desculpa para tentar apaziguar a consciência. Na grande tribulação não existirão ateus. A maioria das pessoas saberá que os julgamentos vêm da mão de Deus e endurecerão os seus corações. Aqui vemos como é mau o coração humano. A solução para o problema do pecado não está no interior do homem. Hoje também, muitos dos que se dizem ateus são simplesmente rebeldes que recusam admitir o seu erro e a sua incapacidade. Recusam admitir que estão errados e que Deus está certo. Meu amigo, se você está em Cristo também você precisa continuar a admitir que Deus está certo. Deus é bom e tudo o que Ele faz é justo.