quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

(Devocional) Diferentes culturas - Et. 1:10-22


Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2016
Leitura Bíblica Diária: Ester 1-5
Diferentes culturas

“E ao sétimo dia, estando já o coração do rei alegre do vinho, mandou a Meuman, Bizta, Harbona, Bigta e Abagta, Zetar, e a Carcas, os sete eunucos que serviam na presença do rei Assuero, Que introduzissem na presença do rei a rainha Vasti, com a coroa real, para mostrar aos povos e aos príncipes a sua formosura, porque era formosa à vista. Porém, a rainha Vasti recusou vir conforme à palavra do rei, pela mão dos eunucos; pelo que o rei muito se enfureceu, e ardeu nele a sua ira. Então perguntou o rei aos sábios que entendiam dos tempos (porque assim se tratavam os negócios do rei, na presença de todos os que sabiam a lei e o direito; E os mais chegados a ele eram: Carsena, Setar, Admata, Társis, Meres, Marsena, Memucan, os sete príncipes dos persas e dos medos, que viam a face do rei, e se assentavam os primeiros no reino), O que, segundo a lei, se devia fazer da rainha Vasti, por não haver cumprido o mandado do rei Assuero, pela mão dos eunucos? Então disse Memucan na presença do rei e dos príncipes: Não somente pecou contra o rei a rainha Vasti, mas, também, contra todos os príncipes, e contra todos os povos que há em todas as províncias do rei Assuero. Porque a notícia deste feito da rainha sairá a todas as mulheres, de modo que desprezarão a seus maridos, aos seus olhos, quando se disser: Mandou o rei Assuero que introduzissem à sua presença a rainha Vasti, porém ela não veio. E, neste mesmo dia, as princesas da Pérsia e da Média dirão o mesmo a todos os príncipes do rei, ouvindo o feito da rainha; e assim haverá assaz desprezo e indignação. Se bem parecer ao rei, saia da sua parte um édito real, e escreva-se nas leis dos persas e dos medos, e não se quebrante, que Vasti não entre mais na presença do rei Assuero, e o rei dê o reino dela à sua companheira que seja melhor do que ela. E, ouvindo-se o mandado, que o rei decretar em todo o seu reino (porque é grande), todas as mulheres darão honra aos seus maridos, desde a maior até à menor. E pareceram bem estas palavras aos olhos do rei e dos príncipes: e fez o rei conforme à palavra de Memucan. Então enviou cartas a todas as províncias do rei, a cada província segundo a sua escritura, e a cada povo segundo a sua língua: Que cada homem fosse senhor em sua casa; e que isto se publicasse em todos os povos, conforme a língua de cada um.”
Ester 1:10-22


Temos no livro de Ester a oportunidade de ver, em primeira mão, pormenores da vida de um povo que vivia sem Deus. Vemos que era uma vida de excessos. Aparece aqui descrita uma festa de durou vários dias. A verdade é que, sem Deus, nada satisfaz. Por causa do seu pecado, o homem está em guerra com um Deus santo. Em Cristo temos paz com Deus, e esta é a paz que finalmente satisfaz o homem. Este rei, intoxicado com álcool, manda chamar a rainha Vasti. O objectivo era exibi-la como um objecto, ou troféu. Quando esta se recusa a comparecer, todos temem. E se as esposas por todo o reino, começassem a seguir o exemplo da rainha? Era preciso agir. Foi feita então uma lei para obrigar as esposas a serem submissas a seus maridos. Muitas vezes a Palavra de Deus é acusada de rebaixar a condição das mulheres, mas são as culturas sem Deus quem mais o fazem. Aliás, o Novo Testamento ensina que em Cristo não há masculino, nem feminino. Na organização do lar, a vontade de Deus é que a esposa se submeta à liderança do marido, como cabeça do casal. No entanto, esta é uma submissão que a esposa livremente concede. Nenhum marido deve, ou pode, obrigar a esposa a ser submissa. Isto é algo que ela faz à medida que ambos procuram ser submissos a Cristo. Busquemos sempre a vontade de Deus e nos livraremos da forma imperfeita como o mundo faz as coisas.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

(Devocional) Faça-se a vontade do Senhor - At. 21:8-14


Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2016
Leitura Bíblica Diária: Actos 21-25
Faça-se a vontade do Senhor

“E, no dia seguinte, partindo dali Paulo, e nós que com ele estávamos, chegámos a Cesareia; e, entrando em casa de Filipe, o evangelista, que era um dos sete, ficámos com ele. E tinha este quatro filhas donzelas, que profetizavam. E, demorando-nos ali por muitos dias, chegou da Judeia um profeta, por nome Ágabo; E, vindo ter connosco, tomou a cinta de Paulo, e ligando os seus próprios pés e mãos, disse: Isto diz o Espírito Santo: Assim ligarão os judeus, em Jerusalém, o varão de quem é esta cinta, e o entregarão nas mãos dos gentios. E, ouvindo nós isto, rogámos- lhe, tanto nós como os que eram daquele lugar, que não subisse a Jerusalém. Mas Paulo respondeu: Que fazeis vós, chorando e magoando-me o coração? porque eu estou pronto, não só a ser ligado, mas ainda a morrer em Jerusalém, pelo nome do Senhor Jesus. E, como não podíamos convencê-lo, nos aquietámos, dizendo: Faça-se a vontade do Senhor.”
Actos 21:8-14


Paulo dirigia-se a Jerusalém. Porém esta não era a mesma cidade que Paulo tinha visitado da última vez. Os judeus, com ódio redobrado da mensagem cristã, estavam decididos a aniquilar o judeu (Paulo) que mais tinha feito para que essa mensagem se espalhasse. Horror dos horrores, Paulo era responsável pela plantação de igrejas onde cultuavam judeus e gentios, ao mesmo nível. Assim, Paulo estava mais do que consciente que esta não seria uma viagem fácil. Estava também convencido que aquela viagem era a vontade de Deus para a sua vida. Neste contexto, deve ter sido refrescante aquela visita a casa de Filipe, em Cesareia. Este era um dos sete que haviam sido escolhidos para servir na igreja em Jerusalém. Tinha seguido depois, como pregador e evangelista. Filipe tinha também uma família fiel a Deus. Numa altura em que a Palavra escrita de Deus ainda não estava completa, haviam aqueles que Deus usava para entregarem a sua palavra (esse dom cessou, já não é necessário). As filhas de Filipe eram assim usadas por Deus. Ainda em Casaria, chegou um profeta por nome de Ágabo. Este revelou que Paulo haveria de ser preso em Jerusalém. Os amigos de Paulo insistem para ele não fazer a viagem. No entanto, a visão apenas mostra o que iria acontecer. Deus não diz para ele não ir. Os cristãos ali reunidos aquietaram-se dizendo, “faça-se a vontade do Senhor.” Devemos estar dispostos a seguir o Senhor para onde Ele queira. Devemos aprender a ter paz na vontade perfeita de Deus. 

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

(Devocional) Porque Deus os alegrara - Ne. 12:27-43


Terça-feira, 19 de Janeiro de 2016
Leitura Bíblica Diária: Neemias 11-13
Porque Deus os alegrara

“E, na dedicação dos muros de Jerusalém, buscaram os levitas, de todos os seus lugares, para os trazerem, a fim de fazerem a dedicação com alegria, e com louvores, e com canto, saltérios, alaúdes, e com harpas. E se ajuntaram os filhos dos cantores, tanto da campina dos arredores de Jerusalém, como das aldeias de Netofati; Como, também, da casa de Gilgal, e dos campos de Gibea, e Azmaveth: porque os cantores tinham edificado para si aldeias nos arredores de Jerusalém. E purificaram-se os sacerdotes e os levitas; e logo purificaram o povo, e as portas, e o muro. Então fiz subir os príncipes de Judá sobre o muro, e ordenei dois grandes coros e procissões, sendo um à mão direita sobre o muro da banda da porta do monturo. E após eles ia Hosaias, e a metade dos príncipes de Judá. E Azarias, Esdras, e Mesulam, Judá, e Benjamim, e Semaias e Jeremias; E dos filhos dos sacerdotes, com trombetas: Zacarias, filho de Jónatas, o filho de Semaias, filho de Matanias, filho de Micaias, filho de Zacur, filho de Asaf, E seus irmãos, Semaias, e Azareel, Milalai, Gilalai, Maai, Netanael, e Judá, e Hanani, com os instrumentos músicos de David, homem de Deus; e Esdras, o escriba, ia adiante deles. Indo assim para a porta da fonte e defronte deles, subiram as escadas da cidade de David, pela subida do muro, desde cima da casa de David, até à porta das águas, da banda do oriente. E o segundo coro ia em frente, e eu após ele; e a metade do povo ia sobre o muro, desde a torre dos fornos até à muralha larga; E desde a porta de Efraim, e desde a porta velha, e desde a porta do peixe, e a torre de Hananeel e a torre de Mea, até à porta do gado; e pararam à porta da prisão. Então ambos os coros pararam na casa de Deus; como, também, eu, e a metade dos magistrados comigo. E os sacerdotes Eliaquim, Maaseias, Miniamin, Micaias, Elioenai, Zacarias, e Hananias, iam com trombetas, Como, também, Maaseias, e Semaias, e Eleazar, e Uzi, e Joanan, e Malquias e Elam e Ezer; e faziam-se ouvir os cantores, juntamente com Jezraias, o superintendente. E sacrificaram, no mesmo dia, grandes sacrifícios, e se alegraram; porque Deus os alegrara com grande alegria; e até as mulheres e os meninos se alegraram, de modo que a alegria de Jerusalém se ouviu até de longe.”
Neemias 12:27-43


Era uma ocasião de grande alegria – a dedicação dos muros de Jerusalém. À frente do povo seguiam os sacerdotes, os cantores e os líderes. Estes foram divididos em dois grupos e rodearam as muralhas, indo em direcções opostas na direcção do templo. Ali foram oferecidos sacrifícios de gratidão ao Senhor e era óbvia a alegria de todos. Este foi um momento especial tal como o são sempre que a alegria do Senhor se torna na nossa alegria. Nunca é bom sinal quando as coisas que nos alegram não são de acordo com a vontade e o coração de Deus. Que bênção foi para aquele povo poder seguir os seus líderes enquanto estes seguiam ao Senhor! Essa é a liderança que vale a pena e é esse o tipo de líderes que devemos querer ser. Os melhores líderes levam as pessoas a ser melhores seguidores de Deus. É sinal de má liderança quando se procura chamar atenção apenas para a sua própria autoridade. Finalmente, a alegria de todo aquele povo, que lhes tinha sido dada por Deus, podia ser ouvida de longe. A transformação de vida que é efectuada pelo novo nascimento em Cristo é tão óbvia que todos a conseguem ver. É responsabilidade do crente estar preparado para responder a todos os que perguntarem acerca das razões para tão óbvia esperança. Assim, façamos da alegria do Senhor a nossa alegria. Sejamos seguidores que possam ajudar outros a seguir ao Senhor. E deixemos que a alegria do Senhor transborde dos nossos corações e vidas.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

(Devocional) Com que autoridade? - Mt. 21:23-27


Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2016
Leitura Bíblica Diária: Mateus 21-25
Com que autoridade?

“E, chegando ao templo, acercaram-se dele, estando já ensinando, os príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo, dizendo: Com que autoridade fazes isto? e quem te deu tal autoridade? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Eu, também, vos perguntarei uma coisa; se ma disserdes, também eu vos direi com que autoridade faço isto. O baptismo de João, de onde era? Do céu, ou dos homens? E pensavam entre si, dizendo: Se dissermos: Do céu, ele nos dirá: Então por que não o crestes? E, se dissermos: Dos homens, tememos o povo, porque todos consideram João como profeta. E, respondendo a Jesus, disseram: Não sabemos. Ele disse-lhes: Nem eu vos digo com que autoridade faço isto.”
Mateus 21:23-27


Estes responsáveis dos judeus foram surpreendidos com a purificação do templo feita por Jesus. Eles julgavam-se as autoridades últimas do povo judaico. No entanto, o que Jesus fez, apesar de justo e feito de forma muito pública, tinha sido feito sem que lhes tivesse sido pedida autorização. O que estava em causa para eles não era a justiça do acto em si, pois todos conheciam a corrupção que havia tomado conta do templo. O que estava em causa era a autoridade. Com que autoridade é que Jesus tinha agido. Todos sabemos a resposta à pergunta deles. Jesus, sendo Deus, é a autoridade última. Ele é soberano sobre todas as coisas, pois Ele é o Criador. Jesus age sempre pela Sua própria autoridade. A pergunta feita por Jesus servia para determinar se eles estavam prontos para reconhecer a autoridade própria de Jesus. A triste realidade é que estes homens não estavam prontos para aceitar nenhuma autoridade que ameaçasse a sua posição diante dos homens. Estavam de tal forma agarrados ao mundo que, mesmo tendo o céu diante dos seus olhos, foram incapazes de o reconhecer. Jesus, o Filho de Deus e Deus feito carne, está diante dos nossos olhos. Que possamos colocar-nos debaixo da verdadeira autoridade e receber dele a vida eterna, em vez de confiarmos, por um tempo, em autoridades artificiais que apenas nos conduzem à confusão e, por fim, ao abismo.

domingo, 17 de janeiro de 2016

(Devocional) Desprezar o que é importante - Gn. 25:29-34


Domingo, 17 de Janeiro de 2016
Leitura Bíblica Diária: Génesis 21-25
Desprezar o que é importante

“E Jacob cozera um guisado; e veio Esaú do campo, e estava ele cansado: E disse Esaú a Jacob: Deixa-me, peço-te, comer desse guisado vermelho, porque estou cansado. Por isso se chamou o seu nome Edom. Então disse Jacob: Vende-me, hoje, a tua primogenitura. E disse Esaú: Eis que estou a ponto de morrer, e para que me servirá, logo, a primogenitura? Então disse Jacob: Jura-me hoje. E jurou-lhe e vendeu a sua primogenitura a Jacob. E Jacob deu pão a Esaú e o guisado das lentilhas; e este comeu, e bebeu, e levantou-se, e foi-se. Assim, desprezou Esaú a sua primogenitura.”
Génesis 25:29-34


Saímos assim da vida de Abraão e começamos a acompanhar a vida de Isaac. No relato que vemos hoje vemos como o seu filho mais velho, Esaú, despreza, por algo tão terreno como um prato de comida, um dom espiritual que era o benefício da primogenitura. Como filho mais velho, Esaú teria benefícios e responsabilidades espirituais sobre toda a descendência. São estes privilégios, invisíveis para os olhos da carne, que ele troca por um prato de lentilhas. O que ele, como nós, precisava de aprender é que o espiritual e eterno é infinitamente mais importante que o material e imediato. Mas, não podemos argumentar que ele estava cansado e esfomeado? Será que Deus iria deixá-lo passar necessidade? Não podemos confundir necessidades. As suas necessidades espirituais são mais importantes do que as materiais. E, se colocarmos Deus, e a Sua vontade, em primeiro lugar, temos a promessa de que Ele providenciará as todas as nossas necessidades (não as nossas vontades). Este é um caso gritante de alguém que valoriza mal as bênçãos ao seu dispor. Se não vivermos em completa e contínua acção de graças por tudo o que Deus nos dá, será fácil trocarmos coisas grandes e valiosas por insignificâncias sem valor. Quantos de nós já trocaram paz por preocupação, alegria por dor, temperança por descontrolo? Quando desvalorizamos o que temos as consequências são imprevisíveis. Esaú, sem o saber, ficou para sempre longe de ter o Messias como seu descendente. Que bênçãos é que você já perdeu?