domingo, 10 de julho de 2016

(Devocional) Todas as cidades dos levitas - Js. 21:9-42


Domingo, 10 de Julho de 2016
Leitura Bíblica Diária: Josué 21-24
Todas as cidades dos levitas

Deram mais, da tribo dos filhos de Judá e da tribo dos filhos de Simeão, estas cidades, que por nome foram nomeadas, Para que fossem dos filhos de Aarão, das famílias dos coatitas, dos filhos de Levi; porquanto a primeira sorte foi sua. Assim lhes deram a cidade de Arba, do pai de Anac (esta é Hebron), no monte de Judá, e os seus arrabaldes em redor dela. Porém, o campo da cidade e as suas aldeias, deram a Caleb, filho de Jefoné, por sua possessão. Assim aos filhos de Aarão, o sacerdote, deram para cidade de refúgio do homicida, Hebron e os seus arrabaldes, e Libna e os seus arrabaldes; E Jatir e os seus arrabaldes; e Estemoa e os seus arrabaldes; E Cholon e os seus arrabaldes, e Debir e os seus arrabaldes; E Ain e os seus arrabaldes, e Jutá e os seus arrabaldes, e Beth-semes e os seus arrabaldes: nove cidades destas duas tribos. E, da tribo de Benjamim, Gibeon e os seus arrabaldes, Geba e os seus arrabaldes; Anatoth e os seus arrabaldes, e Almon e os seus arrabaldes; quatro cidades. Todas as cidades dos sacerdotes, filhos de Aarão, foram treze cidades e os seus arrabaldes. E as famílias dos filhos de Coath, levitas, que ficaram dos filhos de Coath, tiveram as cidades da sua sorte da tribo de Efraim. E deram-lhes Siquém e os seus arrabaldes, no monte de Efraim, para cidade de refúgio do homicida, e Gezer e os seus arrabaldes; E Quibsaim e os seus arrabaldes, e Beth-oron e os seus arrabaldes: quatro cidades. E da tribo de Dan, Elteque e os seus arrabaldes, Gibeton e os seus arrabaldes; Ajalon e os seus arrabaldes, Gatrimon e os seus arrabaldes: quatro cidades. E da meia tribo de Manassés, Taanac e os seus arrabaldes, e Gatrimon e os seus arrabaldes: duas cidades. Todas as cidades para as famílias dos demais filhos de Coath foram dez e os seus arrabaldes. E aos filhos de Gerson, das famílias dos levitas, da meia tribo de Manassés, para cidade de refúgio do homicida, Golan, em Basan, e os seus arrabaldes, e Be-esterá e os seus arrabaldes: duas cidades. E, da tribo de Issacar, Quishon e os seus arrabaldes, Daberath e os seus arrabaldes; Jarmuth e os seus arrabaldes, Enganim e os seus arrabaldes: quatro cidades. E, da tribo de Aser, Misal e os seus arrabaldes, Abdon e os seus arrabaldes; Helcath e os seus arrabaldes, e Roob e os seus arrabaldes: quatro cidades. E, da tribo de Naftali, Quedes, em Galileia, e os seus arrabaldes, para cidade de refúgio do homicida e Hamot-dor e os seus arrabaldes, e Cartan e os seus arrabaldes: três cidades. Todas as cidades dos gersonitas, segundo as suas famílias, foram treze cidades e os seus arrabaldes. E às famílias dos demais filhos de Merari, dos levitas, foram dadas, da tribo de Zebulon, Jocneam e os seus arrabaldes, Carta e os seus arrabaldes, Dimna e os seus arrabaldes, Naalal e os seus arrabaldes: quatro cidades. E da tribo de Ruben, Beser e os seus arrabaldes, e Jaaz e os seus arrabaldes; Quedemoth e os seus arrabaldes, e Mefaath e os seus arrabaldes: quatro cidades. E da tribo de Gad, Ramoth, em Gilead, e os seus arrabaldes, para cidade de refúgio do homicida, e Maanaim e os seus arrabaldes; Hesbon e os seus arrabaldes, Jaezer e os seus arrabaldes: ao todo, quatro cidades. Todas estas cidades foram dos filhos de Merari, segundo as suas famílias, que ainda restavam das famílias dos levitas: e foi a sua sorte doze cidades. Todas as cidades dos levitas, no meio da herança dos filhos de Israel, foram quarenta e oito cidades e os seus arrabaldes. Estavam estas cidades, cada qual com os seus arrabaldes em redor delas: assim estavam todas estas cidades.”
Josué 21:9-42


Temos aqui registada a distribuição pela tribo de Levi das cidades que seriam a sua herança. No total temos referência a 48 cidades, espalhadas por todos os territórios pertença das outras tribos. Sabemos pela história e pela geografia que algumas destas cidades aqui mencionadas ainda não tinham sido conquistadas. Levi também teria de tomar posse da sua herança. Também era uma forma de exercer fé na promessa do Senhor. Que todos pudéssemos considerar como já nossas todas as promessas que temos em Cristo. O facto das cidades dos levitas estarem espalhadas entre todo o povo fazia com que, em todo o território de Israel, nenhum judeu estar nunca a grande distância de alguém que lhe pudesse ensinar com profundidade a Palavra de Deus. Neste sentido, a tribo de Levi era uma bênção para todo o povo de Israel. Se pensarmos que cada cristão hoje é chamado por Deus para ser sacerdote e embaixador de Cristo, então vemos que hoje a responsabilidade de estar preparado para ministrar a Palavra a qualquer que busque ao Senhor é do cristão. Será que eu estou preparado para guiar a Cristo e na Palavra qualquer um que o Senhor esteja a chamar? Poderei eu ser bênção no meio da terra em que fui colocado? A outra opção é ser um dos crentes que ainda não tomou verdadeiramente posse da sua herança em Cristo. Olhemos para ele!

sábado, 9 de julho de 2016

(Devocional) Cheios do Espírito Santo - At. 2:1-4


Sábado, 9 de Julho de 2016
Leitura Bíblica Diária: Actos 1-55
Cheios do Espírito Santo

E, cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar; E de repente veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados. E foram vistas, por eles, línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles. E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.”
Actos 2:1-4


Apesar de serem os mesmos que tinham tinham acompanhado Jesus em vida e de serem também testemunhas da sua ressurreição dos mortos, este era um grupo de pessoas dominadas pelo medo. Eles não sabiam o que ia acontecer dali para a frente ou se sequer haveria esperança de futuro para o movimento a que tinham aderido e para o qual tinham tido, a certa altura, gloriosas esperanças. Mas, Jesus não tinha mostrado a sua glória ao mundo, nem expulsado os romanos, nem se assentado no trono em Jerusalém, nem sequer distribuído por eles postos e responsabilidades importantes. Mas aquela não era uma reunião de desmantelamento daquele movimento. Eles estavam ali porque Jesus lhes tinha dito para ali aguardarem. Eles não sabiam o que aguardavam e não sabia se viria. Mas eles obedeceram e estavam todos, num mesmo lugar. Este texto dá-nos conta do cumprimento da promessa. Naquele dia veio o Espírito Santo, o mesmo que agora habita cada um que Deus salva, por meio da fé em Cristo, e aquelas pessoas nunca mais foram as mesmas. Os mesmos que estavam reunidos com medo dos judeus começaram agora a anunciar com alarde e veemência a Cristo ressuscitado. O Senhor ajudou com o milagre das línguas, pois eles falaram com as línguas dos estrangeiros ali presentes sem nunca as terem aprendido. Tudo porque confiaram e obedeceram. Você está pronto a fazer o mesmo e a deixar-se encher do Espírito?

sexta-feira, 8 de julho de 2016

(Devocional) E não expeliram aos cananeus - Js. 16:5-10


Sexta-feira, 8 de Julho de 2016
Leitura Bíblica Diária: Josué 16-205
E não expeliram aos cananeus

E foi o termo dos filhos de Efraim, segundo as suas famílias, a saber: o termo da sua herança para o oriente, era Ataroth-adar até Beth-oron de cima: E sai este termo para o ocidente junto a Micametath, desde o norte, e torna este termo para o oriente a Taanatsilo, e passa por ela desde o oriente à Janoa; E desce desde Janoa a Ataroth e a Naarath, e toca em Jericó, e vai sair ao Jordão. De Tapua vai este termo para o ocidente ao ribeiro de Caná, e as suas saídas no mar: esta é a herança da tribo dos filhos de Efraim, segundo as suas famílias. E as cidades que se separaram para os filhos de Efraim estavam no meio da herança dos filhos de Manassés: todas aquelas cidades e as suas aldeias. E não expeliram aos cananeus que habitavam em Gazer; e os cananeus habitaram no meio dos efraimitas até ao dia de hoje; porém serviram-nos, sendo-lhes tributários.”
Josué 16:5-10


José recebe na Terra Prometida uma porção dupla comparativamente às outras tribos. A porção dupla dada a José é distribuída pelos seus dois descendentes – Efraim e Manassés. Temos nesta passagem a descrição das fronteiras daquilo que foi possessão de Efraim. A porção dupla geralmente era dada ao filho primogénito. No entanto, Rúben, pelas suas escolhas havia desprezado esse seu lugar na herança do Senhor. Em Cristo já alcançámos uma grande herança. Nele já estamos nos lugares celestiais. Temos de ter a certeza que não estamos a desprezar aquilo que Lhe custou tudo para que no-lo pudesse entregar. Efraim não usufruiu da herança da maneira que lhe tinha sido pedida. O povo de Israel deveria limpar a terra dos seus anteriores ocupantes. Desta maneira não seriam contaminados com os seus costumes que incluíam, por exemplo, o sacrifício dos seus filhos nos cultos imundos aos seus falsos deuses. Vemos nesta passagem que nem todos os habitantes da terra foram expulsos. Alguns ficaram e foram usados como serventes. A outros foi-lhes permitido que pagassem tributo (impostos) a Efraim e, assim, foi-lhes permitido que ficassem. É possível que o povo tivesse achado muito duras as instruções recebidas da parte do Senhor. Também é possível que tivessem achado esta uma solução ainda melhor do que aquela que Deus lhes tinha dado. Temos de entender que a vontade do Senhor é perfeita. Ir contra ela, mesmo quando achamos que a estamos a melhorar, é apenas mais uma forma de desobediência.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

(Devocional) Arrependendo-se, foi - Mt. 21:28-32


Quinta-feira, 7 de Julho de 2016
Leitura Bíblica Diária: Mateus 21-255
Arrependendo-se, foi

Mas, que vos parece? Um homem tinha dois filhos, e, dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai trabalhar hoje na minha vinha. Ele, porém, respondendo, disse: Não quero. Mas depois, arrependendo-se, foi. E, dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi. Qual dos dois fez a vontade do pai? Disseram-lhe eles: O primeiro. Disse-lhes Jesus: Em verdade vos digo que os publicanos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus. Porque João veio a vós no caminho da justiça, e não o crestes, mas os publicanos e as meretrizes o creram; vós, porém, vendo isto, nem depois vos arrependestes para o crer.”
Mateus 21:28-32


O plano de Deus para a divulgação da sua oferta de amor para o mundo passou, durante muito tempo, em primeiro lugar por Israel. Através da forma maravilhosa como lidava com o Seu povo, Deus fazia-se disponível a eles e, por eles, a todo o mundo. Nesse sentido, podia dizer-se que Israel era privilegiado. Eles tinham Moisés e os profetas, o templo e as festas e a promessa do Messias. O que Jesus mostra, através desta parábola, é que na vida espiritual nem sempre as oportunidades são aproveitadas por aqueles que as têm mais à mão. Aqueles de quem menos se esperava, eram os que estavam a usufruir do evangelho. Este princípio é verdade ainda hoje. Não é por ter crescido numa igreja, ou por estar habituado a fazer as coisas certas, nem sequer por se ter feito uma oração ou compromisso superficial, que se está mais próximo do verdadeiro arrependimento e fé. Da mesma maneira que aquele pai não devia estar satisfeito apenas com a intenção do primeiro filho, também os pais de hoje não devem ficar satisfeitos apenas por os filhos estarem na igreja, ou dizerem as coisas certas. Qualquer pai ou mãe cristãos devem ser “clientes regulares” do lugar de oração diante do trono de graça até os seus filhos se terem arrependido mesmo, alcançado de Cristo a salvação e evidenciarem frutos de justiça. O terreno é plano junto à cruz. Ninguém está em vantagem até ter nascido de novo.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

(Devocional) Ó minha alma! - Sl. 146:1-4


Quarta-feira, 6 de Julho de 2016
Leitura Bíblica Diária: Salmos 146-1505
Ó minha alma!

Louvai ao Senhor. Ó minha alma, louva ao Senhor. Louvarei ao Senhor durante a minha vida; cantarei louvores ao meu Deus, enquanto viver. Não confieis em príncipes, nem em filhos de homens, em quem não há salvação. Sai-lhes o espírito e eles tornam-se em sua terra: naquele mesmo dia perecem os seus pensamentos.”
Salmo 146:1-4


Temos nestas palavras o registo de um diálogo entre o salmista e o seu eu interior. Ou seja, ao dar a ordem “louvai o Senhor!”, o salmista está a falar consigo mesmo. A dizer que enquanto vivesse iria cantar louvores a Deus, ele está a responder, aceitando, à ordem dada. Ele justifica que o Senhor é digno de louvor pois, ao contrário dos poderes desta terra que apenas são poderes por um tempo não tendo poder para manter por si mesmos esse poder, o Senhor reina agora e para todo o sempre. Devemos louvar aquele que por toda a eternidade consegue lembrar-se e manter-se digno do nosso louvor. Quantos de nós precisamos de, como o autor, ordenar a nós mesmos que nos mantenhamos firmes no propósito de honrar ao Senhor com a nossa vida? O que responderíamos a essa ordem? Será que poderíamos dizer, como ele, “conta comigo! Enquanto eu viver nada farei a não ser louvar o Senhor que me deu vida!”? Se o disséssemos, será que seríamos merecedores de confiança nesse nosso propósito? A melhor forma, muitas vezes, de não sermos daqueles que apenas dizem coisas é, antes de fazermos um compromisso público, conseguirmos firmar primeiro, em privado, esse compromisso connosco mesmos. O Senhor reina, com ou sem o nosso louvor. Quando O louvamos, apenas estamos a alinhar-nos com a realidade das coisas.