quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

(Devocional) Porque visitou e remiu o seu povo - Lc. 1:67-80


Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2017
Leitura Bíblica Diária: Lucas 15
Porque visitou e remiu o seu povo

“E Zacarias, seu pai, foi cheio do Espírito Santo, e profetizou, dizendo: Bendito o Senhor, Deus de Israel, porque visitou e remiu o seu povo. E nos levantou uma salvação poderosa na casa de David, seu servo. Como falou pela boca dos seus santos profetas, desde o princípio do mundo; Para nos livrar dos nossos inimigos e da mão de todos os que nos aborrecem; Para manifestar misericórdia aos nossos pais, e lembrar-se do seu santo concerto, E do juramento que jurou a Abraão, nosso pai, De conceder-nos que, libertados da mão dos nossos inimigos, o serviríamos sem temor, Em santidade e justiça, perante ele, todos os dias da nossa vida. E tu, ó menino, serás chamado profeta do Altíssimo, porque hás-de ir ante a face do Senhor, a preparar os seus caminhos; Para dar ao seu povo conhecimento da salvação, na remissão dos seus pecados; Pelas entranhas da misericórdia do nosso Deus, com que o Oriente do alto nos visitou; Para alumiar aos que estão assentados em trevas e sombra de morte; a fim de dirigir os nossos pés pelo caminho da paz. E o menino crescia, e se robustecia em espírito. E esteve nos desertos, até ao dia em que havia de mostrar-se a Israel.”
Lucas 1:67-80


Esta passagem, também conhecida como o hino de Zacarias, diz-nos muito sobre a salvação que João Baptista passou a vida a anunciar. A verdade é que este plano de salvação não era nada de novo. Desde o princípio da criação que o Senhor determinou um plano que lhe renderia o máximo possível de glória. No interior desse plano está a redenção de um povo para o Seu nome. Se hoje eu tenho o privilégio de servir a Deus sem temor em santidade e justiça é porque o Senhor tomou a iniciativa de vir ao meu encontro. Grande parte do trabalho de Deus para salvação é apropriado através da proclamação do Seu maravilhoso evangelho. Por causa do sacrifício de Cristo, o evangelho é o poder de Deus para salvar. Quando eu não me lembro ou ignoro o evangelho não é porque o mesmo não foi anunciado (isso seria culpar a Deus pelos que se perdem), é sim porque eu rejeitei a mensagem. Os primeiros passos no caminho da paz podem ser dados, porque esse caminho foi aberto, pago por completo e anunciado por Cristo (e por aqueles que Ele envia). Que o Senhor me proteja do pensamento que de alguma forma eu sou responsável pela minha salvação. Que essa ideia seja rejeitada para que eu não reclame para mim a glória que só a ele pertence. Que sejamos gratos pelos que Deus envia para proclamar o caminho da paz. Que eu me junte aos que anunciam o glorioso plano da redenção.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

(Devocional) As promessas de Deus são certas - Gn. 50:22-26


Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2017
Leitura Bíblica Diária: Génesis 46-50
As promesses de Deus são certas

“José, pois, habitou no Egipto, ele e a casa de seu pai; e viveu José cento e dez anos. E viu José os filhos de Efraim, da terceira geração; também os filhos de Maquir, filho de Manassés, nasceram sobre os joelhos de José. E disse José aos seus irmãos: Eu morro; mas Deus, certamente, vos visitará, e vos fará subir desta terra para a terra que jurou a Abraão, a Isaac e a Jacob. E José fez jurar os filhos de Israel, dizendo: Certamente vos visitará Deus, e fareis transportar os meus ossos daqui. E morreu José da idade de cento e dez anos; e o embalsamaram, e o puseram num caixão no Egipto.”
Génesis 50:22-26


Chegamos, assim, ao final do nosso estudo do livro de Génesis. Deus prolongou, sobremaneira, a vida de José, tendo este vivido até aos 110 anos de idade. Quer o começo da vida como a manutenção desta são dádivas de Deus. Enquanto Deus  nos mantém vivos, seja em que condições for, Ele tem planos para nós e para as nossas vidas. José pôde, assim, abençoar as vidas de quatro gerações de seus descendentes. As instruções que ele deixa nos vs. 24-25 são exemplo da grande fé que José depositava em Deus. Ele sabia que a estadia do povo de Israel no Egipto era algo temporário. Deus havia-lhes prometido a terra de Canaã. Era nessa possessão que seria cumprida a grande Aliança estabalecida com Abraão. Assim, logo que chegasse o dia da saída do Egipto, o povo deveria levar também as ossadas de José. Assim, José dá testemunho público da sua confiança na fidelidade de Deus e dá, também, instrução ao povo de que não deveriam fazer do Egipto a sua morada definitiva. As palavras de José foram levadas a sério e, quando o povo sai do Egipto, leva juntamente as ossadas de José, fazendo-lhe um sepultamento solene na terra de Canaã (Jos. 24:32). O que é interessante é que foram precisos ainda quase 400 anos para que o povo saísse do Egipto. Que nós, como povo de Deus e da Palavra, saibamos permanecer firmes e fiéis, quer se passem 400, ou 4000 anos até à volta do Senhor.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

(Devocional) Quem nos revolverá a pedra - Mc. 16:1-8


5Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2017
Leitura Bíblica Diária: Marcos 165
Quem nos revolverá a pedra

“E, passado o sábado, Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, e Salomé, compraram aromas para irem ungi-lo. E, no primeiro dia da semana, foram ao sepulcro, de manhã cedo, ao nascer do sol: E diziam umas às outras: Quem nos revolverá a pedra da porta do sepulcro? E, olhando, viram que já a pedra estava revolvida; e era ela muito grande. E, entrando no sepulcro, viram um mancebo assentado à direita, vestido duma roupa comprida, branca; e ficaram espantadas. Porém ele disse-lhes: Não vos assusteis; buscais a Jesus, o nazareno, que foi crucificado; já ressuscitou, não está aqui; eis aqui o lugar onde o puseram. Mas ide, dizei aos seus discípulos, e a Pedro, que ele vai adiante de vós, para a Galileia; ali o vereis, como ele vos disse. E, saindo elas, apressadamente, fugiram do sepulcro, porque estavam possuídas de temor e assombro; e nada diziam a ninguém, porque temiam.”
Marcos 16:1-8


As mulheres deste texto, fiéis seguidoras de Cristo, colocam aqui uma pergunta muito importante. Era a manhã do primeiro domingo após a crucificação. O sol lançava sobre a terra os primeiros raios de calor. As mulheres estavam já prontas para cumprirem o costume judaico para com os mortos. No entanto, ao deslocarem-se para o lugar onde Jesus tinha sido sepultado, havia ainda algo que as preocupava. Quem iria revolver a grande pedra que tinha sido posta à entrada do sepulcro? Esta pergunta faz lembrar outra, muito mais importante. A humanidade tem também uma grande pedra a impedir o seu relacionamento com Deus. Sem que essa pedra seja revolvida ninguém poderá cumprir os objectivos para os quais foi criado. Com esse enorme obstáculo no seu caminho não há ninguém que consiga encontrar Deus e o sentido da vida. Muitos têm tentado, de diversas formas, livrar-se desse colossal adversário, mas sem sucesso. “As vossas iniquidades causam divisão entre vós e o vosso Deus”, avisam-nos as Escrituras. No entanto, quando chegam ao jardim, as mulheres observam que a pedra já tinha sido removida. Aquilo que elas pensavam que era responsabilidade delas, na verdade já tinha sido feito por Deus. O pecador encontra a felicidade quando entende que o Salvador fez todo o trabalho por ele. Isso não é dizer pouco, quando pensamos em todo o peso da nossa iniquidade diante de um Deus santo. Assim, ao receber o perdão dado gratuitamente por aquele que ressuscitou, podemos juntar-nos à nova criação que aquela manhã de domingo inaugurou.